O conceito de sustentabilidade foi formulado pela ONU nos anos 1980 e, ao contrário do que o senso comum sugere, não se limita à preservação ambiental. A semente firmou raízes ao longo do tempo e frutificou nos ODS.
O conceito define estudos, planejamentos e práticas que visam a substituição, por empresas de tecnologia, de energias poluentes por fontes renováveis como a eólica e a solar. Entenda.
Combater o negacionismo requer intencionalidade e informação. Rodrigo V. Cunha fala sobre a transição da Profile – de agência de PR a consultoria de reputação e impacto – e o desafio de fortalecer a cultura da sustentabilidade nas empresas.
Gabriel Ferri ainda cursava geografia quando, durante a Covid-19, criou um perfil para denunciar crimes ambientais. Virou influencer de sustentabilidade e hoje, com seu Planeta Pós-Pandemia, está prestes a lançar um novo braço de educação.
Como nasce uma marca de cosméticos sustentáveis? A AmoKarité, de Estephanie Rosa e Clara Klabin, tem como destaque no catálogo batons, bases e iluminadores com fórmulas veganas e formato de frutinhas, embalados em caixas de papel compostável.
Conectar cadeias produtivas com respeito à natureza para gerar impacto por meio de um tênis descolado: fundada por Sébastien Kopp e François-Ghislain Morillion, a Veja produz milhões de pares no Brasil e exporta para uma centena de países.
Luiz Gustavo Rosa foi sócio de diversos negócios, até pegar gosto pelo empreendedorismo de impacto. Ele está à frente da Tairú, que cria tênis, roupas e acessórios com matéria-prima vegana e práticas sustentáveis.
Há quase quatro décadas na Mercur, Jorge Hoelzel Neto fala sobre sua jornada e conta como a empresa — fundada cem anos atrás por seu avô e seu tio-avô para produzir artefatos de borracha — virou sinônimo de inovação e ética nos negócios.
O bagaço de malte e a borra do café são mais valiosos do que você imagina. A cientista de alimentos Natasha Pádua fundou com o marido a Upcycling Solutions, consultoria dedicada a descobrir como transformar resíduos em novos produtos.
“Um tédio”: é assim que a comunicação sobre sustentabilidade costuma ser encarada pelo público, segundo um estudo recente. Entenda como as marcas podem incentivar um diálogo genuíno sobre o tema (e evitar cair no greenwashing).