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Pessoas bilíngues ou que circulam em ambientes multilíngues costumam fazer code-switching com frequência, ou seja, alternam entre um idioma e outro para se comunicar. No mundo do trabalho, porém, o termo ganhou um sentido ampliado, descrevendo também a necessidade de ajustar o jeito de falar e até de se vestir para se encaixar em determinados ambientes profissionais.
As mulheres sentem essa cobrança de modo particularmente cruel e, historicamente, sempre cultivaram o costume quase instintivo de se autoeditar para soarem (mais) assertivas e competentes no escritório. E agora, com a popularização das ferramentas de inteligência artificial, o hábito de ajustar o tom de suas interações vem se intensificando entre as profissionais, na luta para driblar o machismo estrutural do dia a dia corporativo.
No carrossel a seguir, entenda como o code-switching surge nesse contexto e o que a sua prática revela sobre a desigualdade de gênero no mundo do trabalho.
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