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Gente que trouxe a disrupção para a própria vida.
Hackers que inovaram radicalmente em suas trajetórias pessoais.
A vida de Beia Carvalho tem sido tudo, menos monótona e estável. Publicitária e palestrante futurista, ela conta como a decisão de cruzar o Atlântico e morar em Lisboa se transformou em uma investigação sobre longevidade e liberdade.
Quando muita gente pensaria em se aposentar, a engenheira Deise Coelho decidiu empreender. Aos 64 anos, ela está à frente da Almerindas, startup com a missão de dar visibilidade aos problemas de saneamento em comunidades periféricas.
Em 2021, Manu Colombo se mudou com a família para Ilhabela, no litoral paulista. Ela conta como essa decisão aprofundou seu entendimento sobre a importância de assumir responsabilidade pelo futuro da comunidade em que escolhemos viver.
Cleber Santos não tinha casa nem emprego, mas tinha a companhia de Grafit, um cachorro de rua. Ele conta como a relação com o animal virou o ponto de partida para uma guinada que o levou a criar sua própria empresa do setor pet.
A exaustão é o resultado de uma sociedade que supervaloriza a velocidade e a performance. Paty Palhares conta como a rotina febril a levou a desenvolver uma doença autoimune, inventar outra vida para si e fundar a HIT Terapias Holísticas.
Crescer em uma cidade pequena muitas vezes significa um futuro de poucas oportunidades. Nascido no interior fluminense, Daniel Paiva conta como ampliou seu horizonte e fundou uma empresa para otimizar a gestão de obras no setor de engenharia.
Cintya Soares afinou seu talento com um piano comprado com sacrifício pelos pais. Hoje, aplica essa vocação no trabalho como mentora, ensinando professores e donos de escolas de música a enxergarem suas atividades com olhar profissional.
A jornalista Lilian Liang sonhava em ser correspondente de guerra, mas acabou abraçando outra missão, conscientizar a sociedade sobre o bom envelhecimento. Hoje ela se dedica ao Repórter 60+, um curso de formação com foco no público maduro.
Luis Salvatore cursou direito e atuou em multinacionais, mas o amor pela fotografia falou mais alto. Depois de anos documentando o país, ele criou o Instituto Brasil Solidário, que tenta suprir lacunas do ensino público com jogos educativos.
