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Negócios de escala. Empresas feitas para crescer rapidamente.
Empreendedores que se movem pela geração de riqueza.
Quando um tratamento oncológico termina, o alívio vem junto com uma preocupação: o câncer pode voltar? Antecipar a chance de uma recidiva é o foco da OncoAI, que aplica tecnologia para prevenir o risco antes que os sintomas reapareçam.
O Brasil tem quase 200 milhões de pessoas conectadas. O aplicativo BORA aposta em conectar as marcas a essa audiência digital engajando os usuários com gamificação em troca de tokens que viram Pix na conta ou descontos em produtos e serviços.
Adaptar-se a uma casa de repouso pode ser bem difícil para algumas pessoas idosas. Como alternativa, a Sanii viabiliza o cuidado domiciliar utilizando inteligência artificial para ajudar familiares a encontrar o profissional mais adequado.
Rodrigo Ventura deixou a carreira para empreender, sobreviveu ao Vale da Morte das Startups e hoje cresce três dígitos ao ano. Ele pilota a 88i, que vende seguros de curta duração que custam a partir de um centavo por quilômetro rodado.
O assassinato de uma jornalista pelo ex-noivo levou Sabrine Matos a pensar um jeito de combater o feminicídio. Ela criou então a Plinq, plataforma que ajuda as usuárias a garimpar informações criminais sobre possíveis pretendentes.
Ao pendurar as chuteiras, jogadores de futebol costumam seguir carreira como técnicos ou comentaristas. O ex-volante Tinga fugiu desse roteiro e hoje toca a TMJ by Tinga, plataforma criada como um banco de empregos após as enchentes do Sul.
O blockchain a favor da Amazônia: com sede em Manaus, a ForestiFi converte frações de produtos da bioeconomia local (como açaí ou pirarucu) em ativos digitais oferecidos a investidores, gerando renda e fortalecendo a preservação da floresta.
O Brasil tem milhares de quilômetros de rios poluídos. Diante desse desafio, uma cleantech paulista aposta em uma tecnologia que estimula a proliferação de bactérias capazes de consumir os poluentes, acelerando assim a regeneração da água.
Como capturar a atenção de quem está do outro lado da tela? Fundada por irmãos gêmeos, a startup Myhood remunera criadores e abastece veículos jornalísticos com um catálogo de milhares de vídeos virais e conteúdos gerados por usuários.
Mesmo com diversas vantagens em relação ao campo, as fazendas urbanas demoram a deslanchar no Brasil. Conversamos com o cofundador da Pink Farms para entender os desafios de cultivar hortaliças em um galpão na maior metrópole do país.
