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Paulo Kakinoff, CEO da Gol Linhas Aéreas, responde (questiona, na verdade) qual é a receita de liderança. “Não é preciso teorizar tanto: traga uma causa”, diz, “havendo alinhamento a essa causa, é possível transformar 16 mil funcionários em um exército.”
Em contrapartida, ele fala também de características que tornam alguém um mau chefe. A primeira, a onisciência: “Chefe ruim é aquele que pensa que sabe tudo. Líderes às vezes tendem a se comportar como oráculos. É uma armadilha perigosa. É sempre falsa a sensação de onisciência”.
Kakinoff reconhece, ele próprio, que todos os dias é preciso estar atento para não sucumbir a esses deslizes. Outro deles? “O líder sentir que é mais responsável que o conjunto da organização pelos rumos da companhia.” Não é.
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