O lucro que destrói aquilo que o sustenta é uma forma perigosa de miopia. Co-CEO do Sistema B, Rodrigo Gaspar explica por que, avanços à parte, a ideia de sustentabilidade já não basta para nortear os negócios do futuro.
Gabriel Ferri ainda cursava geografia quando, durante a Covid-19, criou um perfil para denunciar crimes ambientais. Virou influencer de sustentabilidade e hoje, com seu Planeta Pós-Pandemia, está prestes a lançar um novo braço de educação.
Quando era executivo, Ailton Santos Filho traçou um plano: conquistar segurança financeira e a possibilidade de fazer uso livre do seu tempo. Hoje ele se dedica ao doutorado em IA e ao espetáculo em que interpreta canções de Roberto Carlos.
Filha de nordestinos que recomeçaram a vida em São Paulo, Elis Tolosa conta sua trajetória, da busca pela estabilidade no mundo corporativo à descoberta do propósito no impacto social e ao empreendedorismo na área da saúde.
Uma das pioneiras desse tema no Brasil, Beatriz Luz ilumina o debate sobre economia circular, fala sobre as organizações que criou e o desafio urgente de impulsionar a transição para um mundo de produção e consumo sustentáveis.
Como separar compromisso ambiental de verdade do que é puro greenwashing? Cinthia Gherardi, co-CEO do Sistema B Brasil, fala sobre os novos critérios de certificação de Empresas B, um universo que já abrange mais de 500 organizações no país.
Quando pequena, Ariane Ferreira sentia uma culpa enorme se um passarinho morria em seu quintal. Ela conta como virou bióloga, fala dos desafios que superou em sua travessia e do trabalho para repovoar a Caatinga com aves em risco de extinção.
Depois de passar um ano em casa cuidando da filha pequena, o designer Xando Franzolim não sabia como retornar ao mercado de trabalho. A saída foi fundar a OIO, que agencia ilustradores na criação de projetos autorais para grandes marcas.
O Brasil tem quase 200 milhões de pessoas conectadas. O aplicativo BORA aposta em conectar as marcas a essa audiência digital engajando os usuários com gamificação em troca de tokens que viram Pix na conta ou descontos em produtos e serviços.
Empresas pagam 1 real por cada visualização completa de vídeo, e o valor é repassado integralmente a projetos beneficentes: conheça a proposta da Doe Tempo, startup de impacto fundada por um trio de amigos.