Formada em contabilidade, Kayka Couto vivia uma crise profissional quando buscou um curso de costura. Foi assim que destravou sua criatividade e fundou a Kuhra, marca de moda upcycling que produz acessórios com materiais inusitados.
Em Berlim para correr uma maratona, o advogado Danniel Rodrigues e o marido se surpreenderam com a oferta de cervejas sem álcool. De volta ao Brasil, fundaram a LUCI, que produz rótulos com ingredientes como jabuticaba, limão-cravo, pacová e café.
Adaptar-se a uma casa de repouso pode ser bem difícil para algumas pessoas idosas. Como alternativa, a Sanii viabiliza o cuidado domiciliar utilizando inteligência artificial para ajudar familiares a encontrar o profissional mais adequado.
Rodrigo Ventura deixou a carreira para empreender, sobreviveu ao Vale da Morte das Startups e hoje cresce três dígitos ao ano. Ele pilota a 88i, que vende seguros de curta duração que custam a partir de um centavo por quilômetro rodado.
O ano passou voando e quem piscou, perdeu. Da empresa que usa impressão 3D para regenerar corais à startup que previne doenças caninas com testes genéticos, uma seleção das melhores histórias de inovação e impacto dos últimos 12 meses.
O assassinato de uma jornalista pelo ex-noivo levou Sabrine Matos a pensar um jeito de combater o feminicídio. Ela criou então a Plinq, plataforma que ajuda as usuárias a garimpar informações criminais sobre possíveis pretendentes.
“Estatística não é destino”: Fernando Nery, CEO da fintech Portão 3, teoriza sobre os erros de investidores em sua tentativa de identificar, com anos de antecedência, quais startups vão superar US$ 1 bilhão em valor de mercado.
Fabio Toledo trabalhava no setor de energia, idealizando soluções tecnológicas de combate a fraudes, quando escapou de um atentado. Ele conta como decidiu dar uma guinada em sua trajetória e criar uma empresa com foco em educação digital.
Fundadora da consultoria Amélie, Olga Martinez participou de sua primeira COP em Belém. E divide impressões sobre a conferência – e a distância entre o discurso corporativo e o papel transformador que o setor privado ainda reluta em exercer.
Ao pendurar as chuteiras, jogadores de futebol costumam seguir carreira como técnicos ou comentaristas. O ex-volante Tinga fugiu desse roteiro e hoje toca a TMJ by Tinga, plataforma criada como um banco de empregos após as enchentes do Sul.