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Segurança digital: sua empresa e seus clientes estão protegidos? Não deixe para pensar nisso só depois de sofrer um ataque cibernético

Daniella Grinbergas - 29 nov 2022 Daniella Grinbergas - 29 nov 2022
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Estamos mergulhando cada vez mais fundo no universo digital. Nesse novo cenário, só sobreviverão as empresas que apostarem na transformação digital e, nessa mesma onda, navegam os clientes hiperconectados que, dia após dia, alimentam a internet com seus dados pessoais em absolutamente todas as áreas.

Porém, na contramão dessa jornada – que é totalmente sem volta – ainda falta segurança e autenticação das comunicações. Não é para menos!

Para se ter uma ideia do problema, dados de um estudo realizado pela empresa holandesa de cibersegurança Surfshark apontam que o Brasil é o quarto país do mundo que teve mais casos de usuários com seus dados violados este ano. A cada minuto, 459 pessoas têm seus dados vazados na internet.

E ao que tudo indica, as empresas não estão conseguindo acompanhar esse aumento expressivo das ameaças. Diante do risco, é preciso estar atento e investir nas melhores tecnologias de proteção. Segundo Sirlene Aveiro, diretora de Marketing e Vendas do CPQD:

“Não é uma questão de se acontecer, mas de quando acontecer. Por isso, é fundamental contar com um parceiro especializado em reduzir riscos e prejuízos”.

A jornada da cibersegurança 

Basta ler as notícias para entender que os crimes cibernéticos estão cada vez mais frequentes e sofisticados. Entretanto, estudos têm mostrado que a maioria das empresas só passa a investir e reforçar suas estratégias de segurança depois de sofrer algum incidente. Tarde demais! Dado o prejuízo, é possível mensurar o quanto o investimento na proteção teria sido valioso.

Por isso, o primeiro passo da jornada da cibersegurança é o entendimento de que a proteção deve entrar como pauta estratégica do negócio. Somente com uma boa estrutura de tecnologia focada em segurança digital é possível mitigar riscos e ter um negócio sustentável, inovador e digitalizado.

E não estamos falando de medidas de curto prazo, como atualização de sistemas, backups e senhas mais fortes. A ideia é encontrar soluções consistentes para monitorar, detectar e prevenir os ataques cibernéticos.

Além disso, a segurança deve extrapolar a sala do da TI e todas as pessoas da companhia precisam estar envolvidas no plano de segurança. Ou seja, é imprescindível mudar a cultura organizacional, ensinando processos e fazendo uma educação digital para que os colaboradores tomem consciência de suas ações e das tecnologias que os amparam.

Toda essa proteção oferece mais confiança para os colaboradores, para os usuários/clientes finais e para a marca.

E para que a experiência seja completa, é preciso abranger a jornada do usuário de ponta a ponta, da identificação no onboarding ao tratamento de dados e transações que ele realiza, gerando confiança e fidelidade.

Quer saber por onde começar? Para mitigar o risco, é fundamental construir uma política de segurança estruturada em três pilares, a chamada Tríade CIA, um modelo que orienta as políticas de segurança da informação de uma organização.

Nessa estrutura, entram confidencialidade (a proteção de dados), integridade (manutenção e garantia da precisão e consistência dos dados durante todo seu ciclo de vida) e autenticidade (preservação da veracidade desses dados).

Soluções prontas ou sob medida?

Esqueça aquela falsa ideia de segurança oferecida por longas senhas alfanuméricas com caracteres especiais que devem ser trocadas com frequência, verificação em etapas, autenticação por token… Tudo isso causa um grande atrito no atendimento e, ainda assim, oferece alta vulnerabilidade às fraudes digitais.

Diante disso, entra a grande questão: é possível prover segurança e, ao mesmo tempo, facilitar a vida do cliente?

“Sim, há outros níveis de segurança muito mais eficientes e que podem proporcionar uma experiência mais natural e descomplicada. Há soluções muito focadas em aumentar o nível de proteção e reduzir o atrito durante a jornada dos clientes”, afirma Sirlene.

Dentre as opções, existem soluções de prateleira e outras sob medida para todas as etapas: do onboarding, passando pelo transacional até a fidelidade, com oferta de segurança da informação para os clientes finais.

“Nossa plataforma faz com que a inserção de novos processos seja fácil, oferecendo alto nível de parametrização e configuração nos produtos para que os clientes tenham autonomia”, aponta a diretora de Marketing e Vendas do CPQD.

No onboarding, duas tecnologias chamam a atenção, o iD, com a carteira digital + Sou iD e a Biometria de Voz. O primeiro é um sistema de gerenciamento de identidades digitais sem armazenamento de dados, o que elimina custos, reduz a burocracia e aumenta a eficiência e a experiência positiva do cliente (pessoa física ou jurídica). Funciona assim: são emitidas credenciais verificáveis personalizadas, ou seja, a autenticação se dá sem senhas e com verificação criptográfica. Já a Biometria de Voz permite identificar o usuário por meio de características da voz em tempo real. Uma alternativa eficaz, econômica e confiável.

Nas etapas transacional e de fidelidade, o CPQD conta com Trace, Plataforma de Decisão e Billing para faturamento seguro em ecossistema de parcerias entre diferentes empresas. O Trace utiliza tecnologia Blockchain para proporcionar rastreabilidade, compartilhamento seguro de dados, geração de trilha de auditoria e criação de contratos inteligentes. Já a Plataforma de Decisão é capaz de fazer uma gestão de risco eficiente, detectando transações fraudulentas e garantindo confiança. Essa solução já alcançou mais de 1,2 bilhão de transações mensais.

Complementando a segurança, o Billing do CPQD é uma plataforma multifacetada de monetização e faturamento flexível, escalável e robusta. É possível gerir o faturamento de ponta a ponta, mitigando erros de cálculo, reduzindo inadimplência e ainda gerando dados estratégicos para tomada de decisão.

Conte com o CPQD

A organização tem mais de 46 anos de expertise em serviços com foco na inovação de tecnologias da informação e comunicação. Com um portfólio muito abrangente, oferece soluções prontas e sob medida para os mais variados segmentos. Para se ter uma ideia, o CPQD atua na segurança de grandes bancos, de adquirentes/meios de pagamentos e de empresas do setor da saúde.

Estamos falando das mais diversas atuações e produtos multimercado. O CPQD trabalha em várias frentes: acelerando a geração de valor no processo de transformação digital, focado na excelência operacional da organização e na experiência do usuário, na reinvenção dos modelos de negócio, na segurança cibernética e com a criação de novos produtos.

Inovação aberta é a marca da organização, reconhecida por suas competências em Internet das Coisas (IoT), Inteligência Artificial, Conectividade, Blockchain e Mobilidade Elétrica. Ou seja, o CPQD é capaz de atuar na jornada completa.

Por trás de toda essa operação, são mais de 850 colaboradores que cuidam dos mais de 750 clientes atuais e dos mais de 600 processos de patentes.

Quer saber mais sobre o CPQD e entender como os serviços e produtos podem ajudar a proteger sua empresa e seus clientes? Acesse o site www.cpqd.com.br e siga nas redes sociais.

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