Seleção Draft – Apostando no futuro

Pedro Burgos - 29 set 2014
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Macroeconomia e empreendedorismo – Não há como negar que o cenário econômico não parece muito empolgante para o Brasil no horizonte próximo. Ninguém sabe exatamente o quanto isso freará o empreendedorismo, que esteve em alta nos últimos anos. Em um artigo no Startupeando, Carlos Matos defende que o ambiente de startups não será afetado. Ou melhor: pode até ser favorecido. Ele faz um paralelo com o que está acontecendo na Espanha e Portugal – países que viveram e vivem crises que não queremos passar – para dizer que é justamente em um cenário de incerteza na macroeconomia que grandes ideias aparecem.

A sensação de segurança tênue que mantinha as pessoas presas aos antigos valores se quebraram de vez e empreender deixou de ser apenas uma opção: é um estilo de vida e uma resposta aos problemas.

 

Um gadget do futuro – Que tal juntar três tendências tecnológicas da moda: drones, “wearables” e selfies? É exatamente o propósito do Nixie, esse conceito de relógio que, quando você precisa, voa e tira uma foto sua de cima. O vídeo é bem empolgante:

O protótipo ainda é meio feio, mas o negócio é do futuro. A Intel acha que isso pode ter futuro também, e acaba de escolher o time que desenvolveu o Nixie como finalista da competição “Make it Wearable”. Os inventores levaram 50 mil dólares, mentoria e apoio técnico para levar a ideia mais alto.

 

Microeditoria abre microlivraria – A Lote 42, que nós já apresentamos por aqui, usará uma velha banca do centro de São Paulo para vender livros e jornais. A ideia da Banca Tatuí, que será aberta já na quarta-feira, é reavivar esse tipo de espaço, oferecendo também wi-fi, música ao vivo e um parklet.

 

Para além dos page views – Todas as pessoas que têm um site como parte do negócio precisam se preocupar com métricas de acesso, visualização e engajamento. Especialmente em produtos editoriais, o que reina ainda é o número de “visualizações de página” – coisa que até o Google (inventor do onipresente Analytics) considera uma estupidez. Mas estão surgindo alternativas: o Chartbeat conseguiu criar um novo método de medir a audiência na web, que foi aprovado pelo MRC americano (espécie de Ibope oficial deles).

Usando o agregado de 21 métricas diferentes, de tempo na página à fidelidade da audiência, o medidor do Chartbeat agora pode ser avalizado para vender anúncios, como o IVC é usado no Brasil para ajudar a definir o preço de publicidade em revistas. E isso pode causar um impacto importante no tipo de conteúdo que ganha dinheiro com anúncios. Leia lá no Blog do Chartbeat uma explicação do processo. Como eles dizem:

“Para resumir, o selo do MRC para o Chartbeat significa que os melhores publishers, anunciantes e agências podem finalmente usar a atenção como moeda.”

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