Seleção Draft – Seu MVP é viável mesmo?

Luisa Migueres - 25 nov 2015
Planejar seu MVP deve te ajudar a antecipar erros (Imagem: WorldIslandInfo.com - Flickr/ Reprodução)
Luisa Migueres - 25 nov 2015
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Seu MVP é viável de verdade?
A metodologia de Lean Startups, que diz que o novo empreendedor precisa criar um MVP (produto mínimo viável), é uma das mais populares entre negócios nascentes. Mas não há como prever o potencial desse produto se não houver um dedinho de consumidores em potencial nos testes, diz o artigo do Entrepreneur. Para derrubar alguns mitos sobre o método, a autora, Anna Johansson, diz:

1) Muitas startups falham em perceber que um produto era ruim desde o início, e acabam investindo em algo que não dá resultado. Certifique-se de que a ideia testada é mesmo a “mínima”, e que ela é boa;
2) Entreviste grupos do público-alvo, não há nada melhor que um interação ao vivo;
3) Faça uma pesquisa nas redes sociais e ofereça protótipos gratuitos;
4) Investigue o aspecto mais querido do seu produto, isso vai te ajudar a enxergar o potencial dele ou uma chance de pivotar.

Leia mais no link acima.

 

Millennials, essas dicas são para vocês
A empreendedora e CEO da CorpNet, Nellie Akalp, publicou um artigo no Mashable com dicas para jovens empreendedores – os millennials – que querem entrar no jogo das startups. A primeira diz respeito ao modo de trabalho: você pode querer um esquema mais flexível, mas isso implica na administração de horas em casa ou entre outras atividades, e nas barreiras entre vida pessoal e profissional. Outro ponto importante é a ambição financeira: muitos millennials esperam alcançar uma remuneração alta ainda jovens, o que pode frustá-los quando a realidade mostrar que esse dinheiro nem sempre vem em uma crescente. Por fim, é essencial que essa geração use a sua experiência digital para empreender. Leia mais no link acima.

 

A disrupção da disrupção?
A The Innovator’s Dilemma é uma teoria famosa, criada para CEOs sobreviverem à disrupção. Criada por Clayton Christensen, ela já foi usada pela Procter & Gamble e GE. Mas segundo o artigo do Singularity Hub, ela pode estar errada. E a responsável por torná-la obsoleta é uma: a tecnologia. A teoria até previa o avanço tecnológico em diversas áreas, mas não a convergência de tantos sistemas. Ou seja, ela não conseguiu antecipar que indústrias poderiam causar a disrupção umas das outras, graças a novos adventos. O autor, Vivek Wadhwa, diz:

“Ao contrário do que diz a teoria, a competição não vem de outras extremidades do mesmo mercado. Mas de outras indústrias, completamente diferentes”

 

Diálogos sobre Economia Criativa
Nos próximos dias 30 de novembro, 2 e 3 de dezembro, São Paulo e Rio de Janeiro, respectivamente, recebem um encontro para discutir a Economia Criativa. O tema de ambos é “Políticas públicas no fomento à inovação e ao empreendedorismo”, que será debatido pelos britânicos Tim Plyming, diretor de artes digitais e mídia da Nesta, e Sevra Davis, diretora de design e desafios e do programa Student Design Award, da RSA, e Luciane Gorgulho, chefe do departamento de economia da cultura do BNDES. Na capital paulista, Daniela Ribas Ghezzi, pesquisadora em ciências sociais e humanas no Centro de Pesquisa e Formação do Sesc São Paulo, também forma o time, no lugar de Luciane. As inscrições podem ser feitas pelo site oficial ou pelo Sesc.

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