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Com seu TCC, Joyce Querubino queria ajudar pacientes extubados pós-Covid e, depois, a própria avó, que sofrera um AVC. A ideia evoluiu e virou o LoriComunica, ferramenta hoje usada por pessoas com autismo, paralisia cerebral e câncer na garganta.
Através da edição de gravações antigas do próprio paciente, ou de vozes doadas e compatíveis, a startup recupera a identidade e a autoestima de quem está impedido de se comunicar falando.
