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Quando tinha 34 anos, Alex Mello quase morreu por conta de uma bactéria no cérebro. Hoje, aos 64, ele vivencia a longevidade saudável e incorpora o estado de fluxo como um trunfo no trabalho à frente de sua revista dedicada ao kitesurf.
Quando era executivo, Ailton Santos Filho traçou um plano: conquistar segurança financeira e a possibilidade de fazer uso livre do seu tempo. Hoje ele se dedica ao doutorado em IA e ao espetáculo em que interpreta canções de Roberto Carlos.
Filha de nordestinos que recomeçaram a vida em São Paulo, Elis Tolosa conta sua trajetória, da busca pela estabilidade no mundo corporativo à descoberta do propósito no impacto social e ao empreendedorismo na área da saúde.
Enquanto trilhava uma carreira corporativa, Ana Flávia de Sá sentia falta de algo que não sabia nomear. Um dia, ao ver um anúncio impresso no jornal, ela decidiu pedir demissão e desbravar um novo caminho profissional no terceiro setor.
Quando pequena, Ariane Ferreira sentia uma culpa enorme se um passarinho morria em seu quintal. Ela conta como virou bióloga, fala dos desafios que superou em sua travessia e do trabalho para repovoar a Caatinga com aves em risco de extinção.
Como tantos garotos brasileiros, Deivyd Barros sonhava em ser jogador de futebol. Mas acabou criando para si um novo sonho ao fundar a Investeens, empresa que ajuda outros jovens a transformar sua relação com o dinheiro.
Rodrigo Ventura deixou a carreira para empreender, sobreviveu ao Vale da Morte das Startups e hoje cresce três dígitos ao ano. Ele pilota a 88i, que vende seguros de curta duração que custam a partir de um centavo por quilômetro rodado.
Vinicius Benatti começou a fazer musculação após uma lesão na perna. O primeiro treino abriu seus olhos para a atividade e o levou a trilhar uma carreira ajudando pessoas por meio da nutrição e do incentivo a um estilo de vida mais saudável.
Um ano atrás, Tatiana Pimenta compartilhou no Draft a dor de uma perda gestacional. Hoje, a CEO da Vittude conta como aprendeu que resiliência não significa resistir o tempo todo, mas saber parar e confiar que “o que é pra ser, floresce”.
Elaine Asato trabalhava em uma multinacional, até que um dia começou a enfrentar problemas de visão. Ela conta como transformou esse desafio em superação e construiu uma nova carreira na área de desenvolvimento humano.
