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Sabe aquela promessa tecnológica inovadora que você ouviu que estaria no mercado em cinco anos? Ela empolga potenciais consumidores, ganha destaque na mídia, mas daí o tempo passa e… nada.
Essas são as Perpetual Five-Year Technologies (PFYTs), ou tecnologias dos perpétuos cinco anos: inovações que parecem estar sempre a cinco anos do seu lançamento. O termo foi sistematizado pela Quantonation, uma das principais gestoras europeias de venture capital focadas em deep techs e computação quântica, em um relatório de novembro de 2025.
Apesar de darem sempre a impressão de serem tecnologias “futurísticas” e distantes, muitas PFYTs amadurecem e acabam moldando a indústria. É o caso da própria IA, hoje quase onipresente. A Consumer Electronics Show (CES), realizada em janeiro, em Las Vegas (EUA), é um dos palcos onde essas promessas costumam surgir primeiro, como protótipos ou demonstrações — até que, edições mais tarde, se tornam aplicações reais.
Confira, no carrossel abaixo, por que essas tecnologias demoram tanto para serem lançadas, quais desafios enfrentam e como geram valor mesmo antes de chegar ao mercado.
Verbete Draft é uma série que apresenta o vocabulário imprescindível da nova economia. São conceitos, tendências e tecnologias que você precisa conhecer para impulsionar seu negócio, atrair investidores e se conectar com seu público-alvo.
