Connecting: Makers, casos incríveis de tecnologia e design a serviço da felicidade humana

Adriano Silva - 2 set 2014

Se você tem algum apreço por design e tecnologia, por ferramentas analógicas e digitais, e por colocar a mão na massa, seja na marcenaria ou na programação, ou numa mistura de ambas as coisas, não deixe de assistir aos 17 minutos desse vídeo, Connecting: Makers, lançado em junho deste ano. Eis a tagline: “Como o mundo conectado está mudando o conceito de criatividade. Quando todos somos makers, novas possibilidades emergem – e com elas, novas responsabilidades”.

Dica: mesmo que você não seja fluente em inglês (o vídeo não está legendado), vale para ver algumas novas tecnologias e alguns brinquedinhos espetaculares. Como a prótese infantil que antes custava 10 000 dólares e que a partir de agora passa a ser possível baixar em casa, numa impressora 3D, por 5 dólares. E, voilà, uma criança que perdeu uma mão pode voltar a pegar coisas… com a mão!

Esse é o segundo vídeo da Connecting Series, da Microsoft Design. O primeiro, Connecting, lançado em 2012, enfocava o design de interação – “Quando os mundos físico e digital se tornam uma coisa só, novos comportamentos se tornam possíveis, empoderando seres humanos conectados com uma capacidade coletiva de mudar o mundo”. Vale assistir também, se você ainda não viu. É o design e a tecnologia e a Cultura Maker e o mundo do Do It Yourself tornando a vida melhor, produzindo beleza  no mundo, espalhando felicidade entre os seres humanos. (É para isso que serve, né?)

A gente aproveita para dizer que, aqui no Draft, usamos o conceito Maker de modo expandido. A rigor, makers são aqueles caras estilo Fab Lab, que lidam com Arduíno, coders, engenheiros e simpatizantes que adoram vivem com ferramentas de precisão a tiracolo. A gente gosta de incluir no escopo do termo todas aquelas pessoas que efetivamente estão fazendo alguma coisa especial com a sua vida e com a sua carreira, que tomaram a decisão de inventar um jeito de viver e de trabalhar que faça sentido para eles mesmos e para o mundo. Para a gente, basta romper com a inércia e caminhar em direção ao seu propósito para ser um maker. Basta ir lá e começar a fazer. Para a gente, já é um maker, um realizador.

(A dica nos foi enviada pelo Drafter Gabriel Borges. Thanks, GB!)

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