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“A empresa sempre me deu base, sustentação, para eu viver a minha vida.” Assim Mario Fioretti começa uma reflexão sobre a sua profícua carreira como executivo na Whirlpool.
Ele comenta uma particularidade interessante reservada ao executivo de Design: ele tem que pensar não apenas no lucro da empresa, mas no benefício dos produtos, “na beleza, no que você está colocando na casa das pessoas”.
A carreira foi longa, mas passou longe de ser monótona: “Nunca trabalhei mais que três anos na mesma empresa. Mudou presidente, mudou cenário econômico. Sempre muda alguma coisa. Quando começa a parar de mudar, é quando você tem que se perguntar: o que (fazer) agora?”.
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Depois de passar um ano em casa cuidando da filha pequena, o designer Xando Franzolim não sabia como retornar ao mercado de trabalho. A saída foi fundar a OIO, que agencia ilustradores na criação de projetos autorais para grandes marcas.
Rodrigo Ventura deixou a carreira para empreender, sobreviveu ao Vale da Morte das Startups e hoje cresce três dígitos ao ano. Ele pilota a 88i, que vende seguros de curta duração que custam a partir de um centavo por quilômetro rodado.
Claudia Issa só foi se reconhecer como portadora do Transtorno de Déficit de Atenção e Hiperatividade já na idade adulta. Ela conta como transformou sua inquietação constante em um ativo e hoje divide seu tempo entre a cerâmica e a pintura.
