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“A empresa sempre me deu base, sustentação, para eu viver a minha vida.” Assim Mario Fioretti começa uma reflexão sobre a sua profícua carreira como executivo na Whirlpool.
Ele comenta uma particularidade interessante reservada ao executivo de Design: ele tem que pensar não apenas no lucro da empresa, mas no benefício dos produtos, “na beleza, no que você está colocando na casa das pessoas”.
A carreira foi longa, mas passou longe de ser monótona: “Nunca trabalhei mais que três anos na mesma empresa. Mudou presidente, mudou cenário econômico. Sempre muda alguma coisa. Quando começa a parar de mudar, é quando você tem que se perguntar: o que (fazer) agora?”.
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Como alinhar a rotina de hábitos e a bússola interna que indica o percurso que só você pode seguir? Jornalista de formação, Santosha compartilha os insights que a levaram a criar o método Plasticidade – pivotando a própria vida no caminho.
O lucro que destrói aquilo que o sustenta é uma forma perigosa de miopia. Co-CEO do Sistema B, Rodrigo Gaspar explica por que, avanços à parte, a ideia de sustentabilidade já não basta para nortear os negócios do futuro.
Quando era executivo, Ailton Santos Filho traçou um plano: conquistar segurança financeira e a possibilidade de fazer uso livre do seu tempo. Hoje ele se dedica ao doutorado em IA e ao espetáculo em que interpreta canções de Roberto Carlos.
