A Botnicks ajuda a triar e fazer onboarding de candidatos por chatbots do Messenger

Dani Rosolen - 26 abr 2019
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Nome:
Botnicks.

O que faz:
É uma plataforma que auxilia empresas a triar candidatos e realizar seu processo de onboarding através de chatbots do Messenger.

Que problema resolve:
Reduz o early turnover (primeiros 90 dias) e os custos de integração de novos candidatos, que pode chegar a 40% em algumas empresas e representa de 1,5 a 3 vezes seu salário anual, de acordo com os fundadores.

O que a torna especial:
Segundos os fundadores, a startup permite que a empresa acesse os candidatos via Messenger, iniciando já na rede social atividades relacionadas à cultura corporativa, seus valores e outras dicas úteis do dia a dia.

Modelo de negócio:
A Botnicks cobra um setup mais uma mensalidade. As mensalidades variam de acordo com o número de usuários que usam o chatbot a cada mês. Para o onboarding, o setup é de 5 mil reais, com mensalidades a partir de 480 reais para até 500 usuários. Para o recrutamento, os fundadores afirmam que  setup é mais caro, pois são projetos específicos por cliente. As mensalidades ocorrem da mesma forma que o onboarding, de acordo com o número de usuários.

Fundação:
Janeiro de 2017.

Sócios:
Daniel Oliveira —CEO
Icaro Kume — CTO

Fundadores:

Daniel Oliveira — 33, São Bernardo do Campo (SP) — é pós-graduado em Engenharia Financeira pela FIA. Trabalhou no MAPS, IBM, HSBC.

Icaro Kume — 29, São Paulo (SP) — é pós-graduado em Engenharia de Software pela Anhembi Morumbi. Trabalhou no MAPS e no Mercado Livre.

Como surgiu:
Daniel conta que no início os sócios queriam criar uma plataforma genérica de chatbots e levar esta tecnologia de forma fácil para pequenas e médias empresas. “Validamos diferentes mercados por quase dois anos até entender que o setor mais aderente ao nosso produto era o de recursos humanos. Hoje temos bots de recrutamento e onboarding em produção, pois foi o público que mais enxergou valor na plataforma.”

Estágio atual:
A Botnicks está sediada no coworking do Sebrae SP, no Palácio Campos Elíseos, na capital paulista, tem uma média 20 mil candidatos triados por mês e dez empresas cadastradas.

Aceleração:
A startup passou pelo programa Startup SP (do Sebrae), Inovativa (do MDIC) e pelo BrazilLAB.

Investimento recebido:
Os sócios investiram 10 mil reais.

Necessidade de investimento:
Os empreendedores estão conversando com alguns fundos e querem 250 mil reais por 7% das ações.

Mercado e concorrentes:
“O Brasil tem uma população economicamente ativa de 100 milhões de pessoas e é o 3º país que pior recruta no mundo. Com o nosso índice de turnover em torno dos 40%, podemos dizer que existem 40 milhões de pessoas entrando em empregos todo ano. Isso gera muitos processos de recrutamento, onboarding e integração. Optamos por focar nos mercados de varejo, telemarketing e logística, pois têm alto turnover, aliado à operação de larga escala, que dificulta os seus processos de onboarding e integração, área em que podemos ajudar mais”, afirma Daniel. Ele aponta como concorrentes o SAP Success Factors, Xerpa, BambooHR e Welcome App.

Maiores desafios:
“Desenvolver a máquina de vendas, agora que encontramos o mercado-alvo e o perfil de cliente ideal”, conta o CEO.

Faturamento:
45 mil reais (2018).

Previsão de break-even:
2021 (caso consigam investimento externo).

Visão de futuro:
“Vemos a empresa como uma plataforma para gestão de pessoas, aliada à inteligência artificial não somente em chatbots, mas em todos os aspectos que interessam ao RH”, conta Daniel.

Onde encontrar:
Site
Contato

 

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