A Flying Content quer distribuir notícias baseadas em geolocalização

Luisa Migueres - 9 Maio 2016
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Nome:
Flying Content.

O que faz:
A startup cria e fornece informações geolocalizadas para celulares, wearables e carros inteligentes.

Que problema resolve:
A Flying Content quer facilitar a vida do consumidor que tem muita tecnologia em mãos, mas fica perdido em meio a tanta informação. Ao mesmo tempo, oferece aos produtores de conteúdo uma maneira mais focada de distribuir suas notícias, permitindo gerar novas receitas e atingir outros públicos.

O que a torna especial:
Segundo seu fundador, as ferramentas da empresa permitem ao consumidor receber a informação certa, no lugar certo, na hora certa. Este vídeo que explica o processo.

Modelo de negócio:
O modelo inclui duas frentes: uma solução tecnológica para incluir coordenadas geográficas nos conteúdos dos parceiros, que pagam por esse serviço ou pelo uso direto da ferramenta, e um estúdio de produção de conteúdo geolocalizado para projetos com empresas, agências e outros clientes.

Fundação:
Maio de 2015.

Sócios:
Eduardo Acquarone – Fundador

Perfil do fundador:

Eduardo Acquarone – 44 anos, São Paulo (SP) – formado em Jornalismo pela FIAM, com especialização em empreendedorismo e inovação pela Graduate School of Journalism da CUNY (City University de Nova York). Trabalhou na TV Globo, CBS e Reuters. Foi finalista do Emmy Digital de não-ficção com o projeto Globo Amazônia e hoje escreve, dirige e produz conteúdos digitais e audiovisuais usando elementos como celulares, gamificação e geolocalização.

Como surgiu:
A Flying Content surgiu como um projeto de conclusão do Tow-Knight Center for Entrepreneurial Journalism em Nova York, curso que Eduardo participou em 2015, focado em empreendedorismo para comunicação.

Estágio atual:
Atualmente a empresa busca investidores para começar a operar.

Aceleração:
O fundador está buscando, daí a participação no concurso da Global Editors Network.

Investimento recebido:
Ainda não houve investimento.

Necessidade de investimento:
O fundador calcula que serão necessários 35 mil reais para a primeira rodada.

Mercado e concorrentes:
“Com a crise de modelo da indústria de mídia, é necessário achar novas formas de remuneração e novas plataformas de distribuição de conteúdo”, diz Eduardo. Ele não aponta concorrentes diretos, mas considera startups com objetivos semelhantes, como a xMinutes.

Maiores desafios:
Segundo o fundador, o mercado de carros conectados e wearables ainda está se estabelecendo, e o de aplicativos para celular é muito pulverizado. Por isso, seria necessária uma grande parceria que prove que o modelo funciona na vida real. Os planos da empresa incluem criar conteúdos e parcerias com projetos como o Beacon, do Facebook, e o Uber Trip Experiences, além de desenvolver projetos também para locais fechados, em conformidade com telefones como o Google-Lenovo Tango.

Faturamento:
Ainda não fatura.

Previsão de break-even:
Entre dois e quatro anos.

Visão de futuro:
“A proposta da Flying Content existe para um mundo conectado 24 horas, em que notícias e informações precisam ser úteis para o consumidor”, diz Eduardo.

Onde encontrar:
Site
Contato

 

Você tem uma startup que já é mais do que um sonho mas ainda não é uma empresa totalmente estabelecida? Escreva para a gente. Queremos conhecê-lo. E, quem sabe, publicar um perfil da sua iniciativa aqui na seção Acelerados. Esse espaço é feito para que empreendedores como você encontrem investidores. E para que gente disposta a investir em novos negócios encontrem grandes projetos como o seu.

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