A Weeazy quer estimular a troca de conhecimento entre seus usuários

Luisa Migueres - 27 abr 2016 Luisa Migueres - 27 abr 2016
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Nome:
Weeazy.

O que faz:
É uma plataforma que conecta pessoas que gostariam de aprender ou ensinar sobre algum tema em comum.

Que problema resolve:
A empresa tem por objetivo aproximar pessoas com interesses similares para que elas possam trocar experiências. Após se cadastrar, o usuário deve inserir algumas tags – palavras-chave sobre os assuntos que tem interesse em aprender e ensinar. O próprio sistema buscará os usuários que colocaram as mesmas tags. Aí é só entrar no perfil do Weeazer e solicitar uma aula. Caso a aula seja cobrada, o pagamento deve ser feito por Paypal ou Pagseguro. No final, toda experiência é avaliada.

O que a torna especial:
A plataforma permite que pessoas que não têm certificações de professor de alguma especialidade, monetizem o tempo e o conhecimento que possuem.

Modelo de negócio:
De cada aula cobrada no site, o Weeazy fatura 15% do valor total. Além disso, os sócios estudam planos de assinatura Premium como receita recorrente, além do espaço para publicidade, já adotado como renda extra.

Fundação:
Ao longo de 2015.

Sócios:
Felipe Fontes de Moraes – CEO
Laís Naddeo – CMO
Leonardo do Carmo – CTO

Perfil dos fundadores:

Felipe Fontes de Moraes – 29 anos, Ribeirão Preto (SP) – formado em Administração de empresas pela Universidade de Ribeirão Preto. Trabalhou 12 anos em uma empresa familiar, passou por diversas áreas, administrativa, comercial e marketing, com grande influencia na área tecnológica.

Laís de Paula Mallol Naddeo – 29 anos – Ituverava (SP) – formada em Jornalismo pela Uniseb COC. Trabalhou como jornalista em importantes veículos do interior de São Paulo, como na afiliada da Rede Globo EPTV e no Portal Migalhas, principal veículo jurídico do país. Abandonou o jornalismo para atuar com comunicação corporativa, gerenciando o Departamento de Marketing da CCM Tecnologia.

Leonardo do Carmo – 29 anos, Ribeirão Preto (SP) – formado em Design Gráfico no Centro Universitário Barão de Mauá. Trabalhou com tratamento de imagens, em agências de publicidades e em uma empresa de TI na área de marketing. Depois, passou a se dedicar à programação.

Como surgiu:
Os três sócios dividiam a mesma sala na empresa onde trabalhavam, no departamento de Marketing de uma empresa de tecnologia. A ideia surgiu e foi aos poucos sendo aprimorada após o horário de expediente. Lá, foi criada a home do site e o primeiro plano de negócio. A ideia foi evoluindo, apoiada inclusive pelo dono da empresa, até chegar ao ponto onde não era mais possível conciliar as duas coisas. Em seguida, os sócios conseguiram a ajuda de um investidor-anjo e registraram oficialmente a Weeazy.

Estágio atual:
A empresa tem um escritório em Ribeirão Preto. Três meses após o lançamento oficial da versão beta, somam mais de 1 500 usuários cadastrados em São Paulo. Além das funcionalidades propostas no MVP, a equipe está desenvolvendo agora aulas em grupo e uma plataforma voltada para o mercado corporativo, para empresas que desejam treinar seus colaboradores.

Aceleração:
Contamos com a consultoria do Roni Cunha Bueno, mas ainda não participaram de nenhum projeto de aceleração. Em breve vão buscar.

Investimento recebido:
Até o momento, foram feitas três rodadas de investimento, totalizando 900 mil reais.

Necessidade de investimento:
No momento não há necessidade.

Mercado e concorrentes:
“A ideia tem sido muito bem aceita. Temos usuários que ensinam gerenciamento de projetos, pôquer, Física e guitarra. Ao mesmo tempo que temos usuários que aprendem fonoaudiologia e gastronomia”, diz o CEO. Entre os concorrentes, ele cita o Bliive (que não permite a monetização).

Maiores desafios:
A quebra de paradigmas sobre ensino e aquisição de usuários.

Faturamento:
Não informado.

Previsão de break-even:
Em um ano.

Visão de futuro:
“O Weeazy quer revolucionar a educação. É uma visão ambiciosa, mas queremos ser mais do que o maior portal de ensino livre à distância no país, queremos ser o mais inovador. Acreditamos em uma educação mais inclusiva, com o apoio da tecnologia”, diz Felipe.

Onde encontrar:
Site
Contato

 

Você tem uma startup que já é mais do que um sonho mas ainda não é uma empresa totalmente estabelecida? Escreva para a gente. Queremos conhecê-lo. E, quem sabe, publicar um perfil da sua iniciativa aqui na seção Acelerados. Esse espaço é feito para que empreendedores como você encontrem investidores. E para que gente disposta a investir em novos negócios encontrem grandes projetos como o seu.

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