Há cerca de um ano, Alvimar da Silva improvisou um “uber” para a quebrada em que os motoristas do aplicativo não queriam ir. Agora, regularizada, a startup será acelerada e vai para o jogo grande.
Idealizado por um biólogo, o negócio trouxe inovação ao setor por ir além da fibra de bananeira e usar papelão e outros materiais biodegradáveis em seus produtos.
Cristiane e Petter moram em Nova Iguaçu, na Baixada Fluminense, e transformaram a própria realidade (e a de muitos ao redor) ao trazer o trabalho para perto de casa. Agora, é tudo deles.
Mesmo sem conhecer o setor de saneamento, Antonio Oliveira e Marília Lara apostaram na solução inovadora que tinham criado — que usa inteligência artificial e otimiza a detecção de vazamentos.
A marca retrata, em peças feitas com fibra de PET reciclada, como o futebol integra os moradores. Além disso, promove expedições de intervenções artísticas e de impacto social. A próxima é no Xingu.
Ela uniu Biologia a ourivesaria e ouviu muito “não” antes de assumir-se criadora de joias ecológicas que ela produz devagar, sob demanda — e que são a cara do Rio de Janeiro.
Criada por Gabriel Silva, a marca produz sapatos em uma cadeia sustentável — que usa de couro sintético a algodão com PET — e que tem se provado um bom negócio.
A marca, que tem loja fixa no Rio, e-commerce e parceiros ao redor do mundo, conta como leva a produção dos indígenas, em parceria com os próprios, a um lugar de sofisticação.