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Como trazer mais inovação, criatividade e agilidade a uma multinacional? O onono, o hub de inovação da BASF, tem o caminho

Marina Bessa - 1 abr 2021
O espaço físico do onono foi inaugurado em 2019 com a intenção de conectar clientes, consumidores, startups e universidades
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Você não sabe, mas a BASF está mais presente na sua vida do que você pensa. Ela está no seu tênis de corrida, no seu shampoo, na parede do seu quarto, dentro do seu carro, no seu jeans, na sua roupa e até no leite que você dá ao seu bebê. A BASF é a maior empresa da indústria química do mundo, e fabrica compostos que estão presentes em quase todos os setores da economia. Pouca gente sabe, e foi justamente isso que motivou a criação do onono, o Centro de Experiências Científicas e Digitais da BASF.

“Era muito difícil levar os nossos clientes para conhecer nossa fábrica, em Jacareí. E também sentíamos falta de nos relacionarmos com os consumidores finais”, diz Antonio Lacerda, vice-presidente de Químicos e Produtos de Performance da BASF.

“A BASF tem muita coisa a oferecer, e queríamos aproximar a empresa do público.”

Depois de visitar centros de inovação inspiradores, Lacerda e Tatiana Kalman, hoje vice-presidente de Químicos de Performance para Américas, imaginaram um espaço interativo, que unisse conhecimento técnico, conexão e disrupção. E criaram o onono. Assim mesmo, em minúsculo e em negrito para marcar presença na mente dos clientes, parceiros, startups, criativos, cientistas e qualquer pessoa que queira se aproximar do mundo da inovação.

Foram investidos 6 milhões de reais na construção do hub, que fica no nono andar do prédio que sedia a BASF em São Paulo, na Marginal Pinheiros. O espaço, ultramoderno, foi desenhado com a participação dos colaboradores da BASF e abriga café, ambientes para design thinking e coworking, além de laboratórios de home e personal care, onde se pode observar a ciência funcionando na prática. “Ver a química de verdade acontecer num espaço real e colaborativo é muito legal”, diz Renata Milanese, diretora do hub.

QUANTA GENTE VEIO VER

Tão legal que o onono rapidamente virou o queridinho da casa, um lugar no qual todos queriam estar, ou, pelo menos, que todos querem visitar. “O hub trouxe uma atmosfera de modernidade e criatividade para dentro da empresa”, diz Lacerda. “Ao mesmo tempo, os clientes começaram a ficar curiosos, queriam vir conhecer o onono. Nunca tivemos tantas visitas a um espaço BASF.”

Esse ambiente catalisador de ideias concretizou também uma das vontades iniciais de Lacerda e Tatiana: unir os diferentes players de uma cadeia de valor para, juntos com a BASF, pensarem em soluções e até cocriarem novos negócios.

“Internamente, o onono foi, e continua sendo, um instrumento de mudança de mindset.

Marcou a adesão à nossa virada digital e mostrou que a transformação está incorporada à BASF”, diz Renata. Externamente, o centro virou referência para outras empresas que também desejavam criar ambientes favoráveis à inovação.

CHAMA O onono

Convidados fazem teste com produto no laboratório de home care do onono

O nome onono tem a ver com o fato de o hub estar no nono andar do prédio sede da BASF e é também uma brincadeira com a última sílaba das palavras em inglês connection (conexão), collaboration (colaboração), innovation (inovação) e transformation (transformação) – os pilares que guiam as atividades do hub.

Na prática, além de comunicar a empresa para os consumidores, as experiências oferecidas pelo onono atingem clientes da BASF, startups e universidades.

Você precisa de auxílio para criação de conteúdo digital ou aplicar tecnologia ao seu negócio? Chama o onono.

Tem um desafio de inovação, mas não sabe como captar e selecionar as startups mais adequadas? Chama o onono.

Além de oferecer workshops de cocriação com técnicas de mindset ágil para solucionar os desafios, o hub tem uma base de mais de 10 mil startups que podem ser ativadas de acordo com a necessidade de cada cliente, criando soluções de um lado e oportunidades de crescimento do outro.

Na outra ponta, o onono tem parcerias com as melhores instituições de ensino de São Paulo. Na disciplina Projeto Integrado do curso de administração e marketing da ESPM, por exemplo, os alunos trabalham durante um semestre em cima de desafios lançados pelo onono. Tudo, claro, acompanhado de perto por um time da BASF. “Essa parceria abre oportunidade para uma experiência de open innovation na qual os alunos aprendem na prática criatividade, colaboração, gestão de projetos e empreendedorismo. Em contrapartida, a BASF encontra soluções inovadoras para problemas no negócio”, diz Fernando Domingues, professor da ESPM.

ELO COM O DIGITAL

Tantas pessoas e ideias reunidas favoreceram a criação de conteúdos em plataformas digitais, que retroalimentam o ecossistema com webinars e palestras que podem ser transmitidas ao vivo graças à tecnologia de streaming do onono+.

Com o começo da pandemia, o ambiente digital onono+ ganhou mais relevância. É por ali que se compartilha informações sobre inovação, experiência do cliente, gestão financeira, diversidade e inclusão, sustentabilidade, recursos humanos, além dos webinares técnicos sobre as soluções da BASF.

O onono+ virou o elo entre o espaço físico e o digital e é a semente da próxima reinvenção do onono, que vai ter a veia digital ainda mais forte. “Nosso hub é um espaço de liberdade de expressão que está em constante processo de reinvenção”, diz Lacerda. Aguardem as cenas dos próximos capítulos.

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