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COP30: empreender é desafiador, não importa o bioma
COP30: a cobertura jornalística pelo olhar local
A COP é pop: Mais importante que o hype, porém, são as decisões sobre o nosso futuro
Avanços e desafios das discussões sobre adaptação climática
Visitamos o FIINSA, festival de investimentos de impacto em Belém
COP30: uma volta pela exposição "Clima: o novo anormal"
“Sou ativista por nascença”
“As COPs são como discos voadores”
Quais são as pautas prioritárias das juventudes amazônidas?
O açaí para além da polpa
Moda com alma amazônica
Qual é o objetivo final de uma COP?
Como é trabalhar como um(a) negociador(a) na COP?
Quais sais os três grandes temas da COP30?
Castanha-do-Pará, cupuaçu, jambu, tacacá. Os sabores que atiçam o paladar e a curiosidade dos visitantes da COP30, em Belém, recheiam os biscoitos da Amazônia no Pote, marca de guloseimas fundada pela amapaense Juliana Montoril.
Em meio à COP30, Bebel Abreu autografa hoje o cordel “Viagem a Belém”, na capital paraense. E conta ao Draft como a Bebel Books, criada há 15 anos como um selo experimental, cresceu, lançou fenômenos de venda e internacionalizou seu catálogo.
A oferta de crédito a empreendedores da Amazônia Legal pode ajudar a conter a devastação da floresta? Lucas Conrado, diretor do Estímulo, conta como o fundo quer fomentar os negócios da região (e, indiretamente, a preservação da natureza).
A literatura infantil pode ajudar a deter o aquecimento global? A jornalista Renata Rossi transformou a Agenda 2030 da ONU em um projeto que promove rodas de leitura e conversa para fortalecer a consciência ambiental das crianças.
Engenheira sanitária e ambiental, “ativista por nascença” e diretora do Instituto COJOVEM, Karla Giovanna Braga fala ao Drafters sobre a COP30 e o desafio de incorporar o futuro das juventudes amazônidas à agenda climática.
Como funciona uma COP? Quais temas devem dominar a COP30? Em entrevista ao videocast Drafters, Natalie Unterstell, presidente do Instituto Talanoa, fala sobre sua experiência como negociadora do Brasil em edições anteriores e o que esperar da conferência climática em Belém.
O blockchain a favor da Amazônia: com sede em Manaus, a ForestiFi converte frações de produtos da bioeconomia local (como açaí ou pirarucu) em ativos digitais oferecidos a investidores, gerando renda e fortalecendo a preservação da floresta.
Parece café, mas é açaí: saiba como duas empreendedoras baseadas em Belém aproveitam os caroços do fruto amazônico para agregar valor à cadeia produtiva, fortalecer a economia circular e contribuir para a preservação da biodiversidade.
