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“O eletrodoméstico não é um vilão do planeta e pode ser um ativador de impacto positivo. É isto que a Electrolux propõe”

Bárbara Caldeira - 24 jan 2024
João Zeni, diretor de Sustentabilidade da Electrolux na América Latina, fala sobre como o grupo impacta exponencialmente toda a sua cadeia produtiva, incluindo a vida dos consumidores
Bárbara Caldeira - 24 jan 2024
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É muito provável que você tenha ao menos um eletrodoméstico Electrolux na sua casa. Afinal, a companhia de origem sueca fundada em 1919 e que iniciou suas operações no Brasil em 1926 está presente em mais de 65% dos lares do país. Muitas vezes, uma mesma família tem vários aparelhos feitos pela empresa.

Mas o que você, talvez, não saiba sobre a marca que te acompanha é que ela é destaque em sustentabilidade há muito tempo. Globalmente, o Electrolux Group liderou o Índice Dow Jones Sustainability por doze anos consecutivos, sendo considerada uma das empresas mais sustentáveis do planeta por outras oito organizações.

Para se ter uma ideia, foi a Electrolux a responsável por lançar, em 1997, o primeiro refrigerador livre de CFC (clorofluorocarbonetos) no mercado brasileiro. Um marco. O composto era amplamente utilizado pela indústria de eletrodomésticos no passado, e a companhia sueca saiu na frente ao rever sua prática — o que segue guiando as escolhas da empresa até hoje.

“Isso mostra que nosso compromisso vem de longa data. Atualmente, uma das nossas maiores metas, já quase totalmente atingida, é trocar todos os gases dos refrigeradores e aparelhos de ar condicionado para opções de baixo impacto climático”, explica João Zeni, diretor de Sustentabilidade da Electrolux na América Latina.

“Estamos, globalmente, transformando a vida das pessoas para o melhor”

A substituição completa dos gases refrigerantes é apenas um dos muitos compromissos relacionados à sustentabilidade e à agenda ESG que a companhia assumiu em 2019, ano em que se tornou centenária.

João conta que o momento trouxe consigo uma reestruturação geral, inclusive com a criação de novas diretorias regionais para aumentar a tração das ações e aproximar a empresa dos consumidores em todos os lugares em que atua.

“Por aqui, costumamos dizer que o Electrolux Group não tem uma estratégia de sustentabilidade, e sim uma estratégia sustentável. Isso mostra como colocamos, especialmente nos últimos anos, esta pauta de maneira robusta na nossa atuação desde o desenvolvimento do produto até o fim da sua vida útil, passando pela preocupação de como os consumidores estão usando os eletrodomésticos”

Ele ressalta que o propósito da multinacional está unificado em todo o mundo, potencializando o impacto positivo e ventilando boas práticas pelos países. Vale lembrar que Estocolmo, capital sueca que abriga a sede do Grupo , foi considerada a segunda cidade mais sustentável do planeta, de acordo com o relatório “Sustainable Cities Index 2022” da Arcadis, empresa de consultoria e soluções sustentáveis.

“Estamos na casa de muita gente e somos parte da vida dessas pessoas. O que fazemos tem o potencial de aumentar o impacto positivo na sociedade e influenciar nos hábitos de consumo”, conta João.

O executivo explica que a companhia trabalha não apenas pela sustentabilidade nas operações, mas desenvolve produtos com a intenção de reduzir o impacto ambiental que eles geram, consumindo menos água e energia, por exemplo, e que são verdadeiras ferramentas para que os consumidores atuem de forma mais consciente e sustentável.

“O impacto do nosso framework de sustentabilidade é gigantesco e exponencial”

A reestruturação da estratégia sustentável do Electrolux Group em 2019 resultou em um framework de sustentabilidade que vai muito além da atenção à operação ou aos produtos.

O primeiro dos três pilares deste novo desenho, “Melhor Companhia”, está ligado ao processo produtivo industrial e à relação da empresa com as comunidades, colaboradores e fornecedores. A proposta é produzir de maneira limpa, com eficiência de recursos, responsabilidade e respeito à diversidade e aos direitos humanos.

Em Melhores Soluções, o segundo pilar, o compromisso é criar produtos com maior eficiência energética e hídrica com o uso de menos matéria-prima e ao priorizar materiais de baixo impacto. João afirma que a empresa investe pesado em pesquisa e desenvolvimento de produtos para garantir isso:

“Um dado importante é que 86% do nosso impacto climático está no uso do produto. Não está na logística, não está na manufatura ou no material usado para fabricação. Se está no uso do produto, a gente tem que focar nisso e garantir aparelhos mais eficientes para as pessoas”

Eletrodomésticos mais inteligentes desembocam no terceiro pilar do framework de sustentabilidade do Electrolux Group, Melhor Viver, que posiciona os produtos como ferramentas para uma vida mais sustentável e responsável com o planeta.

“O eletrodoméstico pode ser um ativador de impacto positivo, e é isso que buscamos mostrar para as pessoas. A partir da escolha de uma máquina de lavar, é possível, por exemplo, fazer uma peça de roupa durar muito mais, reduzir o descarte e gerar impacto na cadeia têxtil e de vestuário”, explica.

Por um Brasil mais verde

A lavadora de roupas à qual João se refere foi responsável por poupar o consumo de 3 bilhões de litros de água na casa do consumidor brasileiro em 2022, uma vez que a tecnologia desenvolvida permite que cada lavagem economize até 50 litros de água. Assim, com o apoio de outras tecnologias no produto, as peças ganham maior durabilidade com menos impacto ambiental.

“Se a máquina ficar dez anos na casa do consumidor, já que criamos produtos na contramão da obsolescência programada, estamos falando de 30 bilhões de litros de água poupados. Este é o tamanho do impacto que a gente pode gerar em apenas em 1 ano de produtos comercializados”, conta João.
O compromisso da empresa com a sustentabilidade no Brasil também pode ser percebido com a escolha por produzir localmente.

“Muitas marcas desta indústria importam praticamente tudo que vendem no Brasil. Com isso, não há investimento no desenvolvimento econômico da região, contribuição social, tributária e de ações sustentáveis. O Electrolux Group, um com presença em todos os continentes, é motor de alavancagem socioeconômica local”

João frisa que a companhia atua no Brasil a partir das mesmas legislações ambientais praticadas nos países europeus, mais avançadas e criteriosas neste aspecto do que as brasileiras. “Isso faz com que a nossa régua seja muito alta quanto à sustentabilidade, e isso é exponencial quando influenciamos toda uma cadeia produtiva”.

Como o Electrolux Group está gerando impacto positivo em toda a sua cadeia de valor

 

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