Nome:
dart.rocks.
O que faz:
É uma plataforma de ensino de programação em Dart.
Que problema resolve:
Busca diminuir as barreiras no aprendizado de programação com aulas interativas e práticas.
O que a torna especial:
Segundo o fundador, o diferencial é utilizar ciência cognitiva para ensinar programação e oferecer uma plataforma de codificação online.
Modelo de negócio:
Venda de inscrições para acesso à plataforma e aos treinamento (10 módulos) por 97 reais.
Fundação:
Janeiro de 2021.
Sócio:
Fillipe Cordeiro — CEO e Engenheiro de Software
Fundador:
Fillipe Cordeiro — 34 anos, São Paulo (SP) — é formado em Engenharia da Computação pelo Centro Universitário Fundação Santo André. Trabalha na AndroidPro e na InnoDev.
Como surgiu:
Depois de mais de cinco anos ensinando programação, Fillipe conta que identificou algumas barreiras que faziam os alunos desistirem do aprendizado e ficarem frustrados. Com isso, surgiu a ideia de facilitar o processo usando técnicas diferentes das do mercado convencional.
Estágio atual:
A dart.rocks acaba de abrir as inscrições para a turma beta da plataforma e dos treinamento interativo.
Aceleração:
Não teve.
Investimento recebido:
O empreendedor investiu tempo para desenvolver o projeto e cerca de 1 mil reais para manter as ferramentas e a plataforma.
Necessidade de investimento:
“Talvez no futuro busque aporte, depois de validar o projeto e atingir as metas iniciais”, afirma Fillipe.
Mercado e concorrentes:
“Vejo o mercado de EAD no Brasil um pouco estagnado em termos de recursos para melhorar o aprendizado do aluno. Com isso, temos um ‘oceano quase azul’ de pessoas que não conseguiram aprender a programar pelos métodos tradicionais e gostariam de tentar algo novo. Poderíamos considerar qualquer curso online de programação como nosso concorrente, mas isso seria desvalorizar nossa solução. Fora do Brasil, existem algumas plataformas como a Codecademy e são nelas que nos inspiramos e vemos a concorrência”, diz o fundador.
Maiores desafios:
“O maior desafio hoje é mostrar que nossa missão não é ser apenas mais um curso online, mas sim uma plataforma interativa de ensino de programação.”
Faturamento:
Ainda não fatura.
Previsão de break-even:
Em 2021, quando bater a meta de 100 alunos.
Visão de futuro:
“Queremos formar entre 1 000 e 1 500 alunos por ano, incentivando e disseminando a cultura Indie Maker, e mostrando para nossos alunos que é possível desenvolver e lançar projetos de software sem precisar de investimentos ou grandes equipes.”
Na plataforma, desenvolvedores têm acesso a experiências imersivas para aprimorarem suas habilidades técnicas e comportamentais e empresas também podem buscar treinamentos específicos para seus times de tecnologia.
A startup oferece um software específico para o mercado de celulose e commodities, aumentando a eficiência e os resultados de terminais portuários e recintos alfandegados e não alfandegados.