A farmacêutica Vivian Yujin Chun se reinventou ao criar sabonetes, trabalhar como agricultora e viver junto à natureza. À frente da MOMA, ela desenvolve cosméticos com ativos amazônicos e que trazem impacto real para quem vive da floresta.
O público maduro está sedento por consumo e diversão (mas a maioria das marcas ainda não entendeu…). Em Porto Alegre, Patrícia Parenza e Diego de Godoy tocam a Gudinaite, festa para pessoas 50+ que bomba no RS e já chegou a outros estados.
Um dia, Cynthia Arcas Borgh levou uma bronca do filho por deixar o chuveiro ligado. A partir daí, ela despertou para o tema da sustentabilidade e fundou a Arcas Bear Sneakers, marca de tênis feitos de plantas que promove o consumo consciente.
O chocolate pode ser um meio de resgate da ancestralidade. Domênica Sousa e o marido, Ronaldo, estão à frente da Dona DÔ’s Doces, que produz trufas, bombons, barras e ovos de Páscoa com recheios inspirados em sobremesas de países africanos.
No doutorado, o oceanógrafo Bruno Libardoni se viu questionando a falta de alcance das pesquisas acadêmicas. Ele empreendeu então a Infinito Mare, que monitora a poluição aquática enquanto oferece uma solução de marketing ESG para empresas.
Cansados das opções sem graça do mercado de roupas esportivas, eles resolveram fundar a sua própria marca. A BAD RUNNING privilegia o estilo acima da performance e cria peças versáteis que podem ser usadas em vários momentos do dia.
Abrir mão do álcool hoje é tendência, mas há oito anos o cenário era outro. Saiba como a Kiro vem desbravando o difícil mercado de bebidas não-alcoólicas para adultos sem negligenciar os valores que forjaram a empresa.
No Recife Antigo pulsa um ecossistema de inovação. Eduardo Peixoto, CEO do CESAR, conta como a instituição ajudou Pernambuco a reter talentos na área de tecnologia e hoje constrói soluções com as gigantes Boticário, Lenovo e Petrobras.
As vendas de carros elétricos estão crescendo no país, mas a infraestrutura de recarga ainda é um desafio. Cofundada por Davi Bertoncello, a Tupi veio para digitalizar essa operação, facilitando a vida de motoristas e donos de eletropostos.
Aos 55 anos, um quadro grave de saúde levou o engenheiro Wolf Kos a repensar a vida. Ele fundou então o Instituto Olga Kos e hoje, aos 73, segue à frente do trabalho de incluir pessoas com deficiência e em situação de vulnerabilidade social.