Seleção Draft – Aceleradoras

Kaluan Bernardo - 31 jul 2015
Aceleradoras estão trazendo impacto real para startups. (Imagem: LiveScience/Reprodução).
Kaluan Bernardo - 31 jul 2015
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O impacto das aceleradoras brasileiras
Aceleradoras são empresas que ajudam startups crescerem rapidamente – explicamos um pouco quando escrevemos sobre a Aceleratech. Muitas delas se uniram em uma associação conhecida como ABRAII, que acaba de publicar um estudo inédito que mensura o impacto das aceleradoras no ecossistema brasileiro de empresas entre 2012 e 2014. A pesquisa foi divulgada no Startupi (veja mais no link acima) e traz dados interessantes:

– 266 empresas passaram pelos programas de aceleração em três anos
– As aceleradoras investiram 11 milhões de reais nos negócios
– Investidores e fundos de capital investiram mais 77 milhões de reais nessas startups
– 592 empreendedores participaram dos programas
– Em média, as aceleradas tinham dois fundadores cada
– 923 postos de trabalhos foram gerados
– 75% das startups aceleradas possuem produtos lançados no mercado e faturamento
– Juntas, as 266 empresas faturaram R$36 milhões em 2014.

 

Semana de 4 dias
A Central, um estúdio belga que desenvolve projetos de inovação para empresas, resolveu fazer um experimento e deixar seus colaboradores trabalharem apenas quatro dias por semana – afinal, quando a sexta-feira chegava, as pessoas já estavam cansadas e não rendiam quase nada. Então, por que não incentivar os funcionários a darem um gás maior nos outros dias e ter um final de semana maior? O teste foi feito e, segundo os relatos no link acima, do Medium, os resultados foram positivos. A lógica pode ser resumida nesse trecho:

Algumas vezes pensávamos ‘ah, se eu tivesse só mais um dia para resolver isso’. Mas então nos lembrávamos que isso era exatamente o que dizíamos quando trabalhávamos cinco dias por semana. Conquistar bons resultados depende apenas das suas habilidades, bom planejamento e auto-disciplina, e não trabalhar um dia a mais toda semana.


Os prós e contras da tecnologia “roubando” empregos
O Washington Post conversou com Geoff Colvin (autor de Humans are Underrated) e Jerry Kaplan (autor de Humans Need Not Aplly) para entender o que eles pensam sobre tecnologias tomando o emprego de humanos. Os principais argumentos do debate são bem apresentados: nós já perdemos postos para máquinas e, mesmo assim, sobrevivemos e criamos ocupações melhores (obrigado, Revolução Industrial). Por outro lado, nunca passamos por mudanças tão rápidas e, provavelmente, não conseguiremos criar novos empregos na mesma velocidade em que eles desaparecem. O cenário é preocupante: estima-se que 30% dos trabalhadores norte-americanos estão a um passo de se tornarem dispensáveis. E aí, como fica? Leia mais no link acima.

 

Competição global de startups em Campinas
No próximo dia 13 de agosto, Campinas, cidade do interior de São Paulo, receberá a betapitch, competição global de startups. A disputa acontece também em Berlim (Alemanha), Sofia (Bulgária), Barcelona (Espanha), Viena (Áustria) e Hamburgo (Alemanha). O vencedor da etapa brasileira irá para a final em Berlim, onde disputará por aproximadamente 6 mil euros; viagem ao Vale do Silício; viagem para Shenzhen (China) e Taipei (Taiwan), seis meses de acesso a co-workings. Veja mais no link acima.

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