Seleção Draft – Drones

Kaluan Bernardo - 5 mar 2015
O que drones podem fazer pela economia criativa? (Imagem: NBC/Reprodução).
Kaluan Bernardo - 5 mar 2015
COMPARTILHE

O que os drones podem fazer pela economia criativa
Que os drones são legais e incríveis você já sabe. Mas, por que tantos entusiastas vivem discutindo esses “aviõezinhos”, o que eles podem fazer de realmente revolucionário? Os drones estão mudando todo o universo da logística e podem, em um futuro próximo, democratizar e baratear muito os processos de entrega e transportes. Isso depende não só da evolução tecnológica, mas, principalmente, das regulações que estão surgindo. O Ekonomio discute bem essa questão, trazendo um resumo interessante do que os drones podem significar para a economia criativa.


Seis mitos de startups que precisam ser reavaliados

Já ouviu falar da Fab.com? Ela é, basicamente, uma startup que nasceu como uma rede social gay, mudou de foco diversas vezes, conseguiu levantar 325 milhões de dólares (dos mais variados e gabaritados investidores), foi avaliada em 1 bilhão de dólares e… anos depois foi vendida por apenas 7 milhões de dólares, com mais 8 milhões em caixa. O que aconteceu? Os envolvidos com o projeto permitiram que seus egos ficassem maiores que o negócio. Da falha deles, podemos tirar seis importantes lições, levantadas pela Fast Company e resumidas abaixo:

– Investidores não podem relativizar todas as falhas
– Crescer rápido demais é perigoso
– Pivotar demais não é saudável
– Criar uma startup é uma maratona, não uma corrida curta
– Investimento deve alimentar sua empresa, não seu ego
– Um fundador deve focar em criar um negócio, não uma reputação

Seus “produtos mínimo viáveis” devem ser “produtos mínimo amáveis”
Falando em mitos na cultura de startups, temos aqui mais um conceito difundido tão exaustivamente que começa a gerar confusão. Hoje, muitos acreditam que um MVP pode ser qualquer porcaria mal feita, desde que funcione minimamente. No entanto, produtos mal desenhados, sem um mínimo de empatia, não serão capazes de testar, com eficiência, a recepção de seus potenciais clientes – e pior: podem queimar o filme da sua empresa.

Sim, é importante lançar um produto no mercado rapidamente, antes de ele ficar pronto, para melhorá-lo constantemente e não perder tempo. Mas é igualmente importante que seu produto seja minimamente bem desenhado, bem feito, para que seus primeiros clientes já criem vínculos afetivos com sua empresa, como o The Next Web explica.

Os middlemen da economia colaborativa
Há um tempo, a economia colaborativa ajudava as pessoas a tirarem alguma renda extra de seus bens, compartilhando com outros. Mas, em pouco tempo, ela cresceu e se profissionalizou tanto que hoje permite a muitas pessoas viverem e trabalharem completamente inseridos na economia colaborativa. Nesse contexto, surgem os middlemen, pessoas e empresas que intermediam quem quer ganhar um dinheiro compartilhando suas coisas com a outra ponta, a da demanda. A Harvard Business Review fez um interessante estudo sobre esses agentes, dividindo-os em três categorias: os power-sharers, os power-operators e os power-organizers. Veja no link acima.

 

 

428 Total Views 2 Views Today
COMPARTILHE

Confira Também: