Seleção Draft – Fracasso

Kaluan Bernardo - 5 maio 2015
Histórias de fracasso ensinam muito. (Imagem: Medium/Reprodução).
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Mais uma história de fail
Você provavelmente nunca deve ter ouvido falar na Wattage, uma empresa que não deu certo. Ela era uma startup que queria democratizar a produção de hardwares. E o erro começa aí: ter uma proposta mais ambiciosa do que eles conseguiam entregar. A ideia era a de que, pelo seu computador, sem precisar conhecer nada do mundo técnico, você desenhasse um projeto de hardware e eles criassem para você. Eles conseguiram investidores, quase recorreram a crowdfunding, chegaram cedo demais para o mercado… e não conseguiram tração. Falharam. Mas aprenderam bastante e, felizmente, decidiram compartilhar sua experiência com o mundo em um ótimo texto no Medium. Histórias de fracasso sempre são úteis – muitas ensinam mais do que as de sucesso. Por isso, não deixe de ler no link acima.

 

Grandes empresas querem se aproximar de startups
Em busca da inovação, grandes empresas estão tentando estreitar os laços com startups. A tendência, normal no mundo inteiro, começa a ganhar mais força no Brasil, onde companhias como Bradesco, Natura, Telefonica e, agora, Braskem, lançam programas ou concursos para startups. Na última Feiplastic (feira do setor de plástico), foi anunciado o programa Braskem Labs, que selecionará até 20 projetos para receber mentoria. No final do processo, os empreendedores se apresentarão a investidores. Além disso, serão escolhidos dois vencedores, que poderão receber aporte de até 50 mil reais. Confira mais informações no Estadão.

 

Facebook abre (um pouco mais) o Internet.org
No ano retrasado o Facebook anunciou a Internet.org, um projeto para levar internet às pessoas que ainda não estão conectadas, especialmente em regiões pouco desenvolvidas do planeta. Apesar do discurso humanitário, trata-se de um projeto comercial. Lançado em parceria com diversas operadoras, o acesso à rede é freemium – o usuário pode acessar alguns serviços básicos, como listas de emprego, mas, para navegar mais, precisa pagar.

O problema é que o Facebook está sofrendo a represália de uma série de ativistas, que dizem que o serviço desrespeita diversas leis de neutralidade da rede. Além disso, a rede social tem o desafio de oferecer um serviço gratuito que seja interessante o suficiente para atrair usuários, mas que também dê dinheiro suficiente para conseguir o apoio de empresas patrocinadoras da empreitada. Ele tenta remediar isso abrindo a plataforma para desenvolvedores. E o Read Write analisa melhor o assunto, no link acima.

 

Guia de SEO para 2015 e além
A Agência Mestre, uma das mais respeitadas quando o assunto é SEO, lançou um e-book gratuito dando dicas para você otimizar seu site. O guia traz as principais mudanças do Google em 2015, além de tendências e movimentos que a empresa está trilhando. Se você quer que sua página apareça melhor nos buscadores, vale baixar e estudar.

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