Seleção Draft – QuintoAndar nas alturas

Dani Rosolen - 13 set 2019
O QuintoAndar é o mais novo unicórnio brasileiro.
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QuintoAndar nas alturas
A startup de aluguel de imóveis é o mais novo unicórnio brasileiro. Está em um seleto grupo junto de 99, NuBank, Movile, iFood, PagSeguro, Stone, Arco Educação, Gympass e Loggi. O app recebeu um aporte de US$ 250 milhões na última terça-feira em uma rodada de investimento liderada pelos fundos Dragoneer e pelo Softbank. Também participaram do aporte a General Atlantic e a Kaszek Ventures. O QuintoAndar está em plena expansão e recentemente havia anunciado que começará a oferecer um serviço de reformas de apartamentos. Segundo a Isto É Dinheiro (link acima), o app fecha uma média de 4.500 contratos de aluguel por mês, número cinco vezes maior do que em 2018.

 

Plug and Play no Brasil
E o ecossistema brasileiro está mesmo em alta. Tanto que a Plug and Play, uma das principais aceleradoras do Vale do Silício, está desembarcando por aqui. A organização deve inaugurar o primeiro escritório na capital paulista na semana que vem. Responsável por capacitar empresas como Google, Dropbox e Rappi, a aceleradora quer investir até 2020 em 20 startups locais ainda em estágio de desenvolvimento e oferecer mentoria a outras 30, como conta o link acima do Estadão.

 

A arte de dar feedback
Na opinião de Shawn Doyle, presidente da New Light Learning and Development, dar feedback construtivo é uma arte, mas que está perdida. No Entrepreneur, ele diz que nos tempos em que era funcionário chegou a ouvir de seu chefe: “Vou deixá-lo saber quando tiver estragado tudo”. Isso certamente não é a postura de um líder. Para que um feedback positivo seja útil, gere resultados e motive a equipe, ele dá as seguintes dicas no link acima:

1) Elogie os colaboradores pelos esforços conquistados;
2) Seja específico. Cumprimentos vagos não ajudam em nada;
3) Não faça um comentário positivo para logo destacar um negativo;
4) Reforce os seus cumprimentos em um e-mail ou torne a menção pública.

 

Meu fracasso X o fracasso da minha startup
Para manter a sanidade, um empreendedor precisa aprender a separar a sua própria vida dos resultados da sua startup. É o que diz Will Schroter, fundador da plataforma Startups.com. O autor faz uma comparação pueril, mas plausível. Ele diz que é como num jogo de videogame, em que sabemos que o personagem pode morrer, mas, na vida real, nós, os jogadores, continuaremos existindo. O mesmo vale no mundo dos negócios. Sua startup pode falir, mas você como empreendedor ainda tem muitas chances. Até mesmo a possibilidade de voltar a ser empregado e ter uma carteira assinada. Não é o que um fundador sonha ao começar a jornada, mas é preciso entender que o fracasso nos negócios não pode arruinar toda a sua vida. Leia mais no link acima.

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