Seleção Draft – Recife

Kaluan Bernardo - 27 jul 2015
Recife, muito além do mangue, tornou-se um dos maiores polos tecnológicos do país. (Imagem: Wikimedia/Reprodução).
Kaluan Bernardo - 27 jul 2015
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Recife é o Vale do Silício brasileiro?
Entre os mangues do Recife há muita inovação e informação – a capital pernambucana tem um dos maiores polos tecnológicos do país, com fábricas e centros de pesquisa de empresas como IBM, Accenture, Microsoft, HP e Samsung. Em meio a tudo isso, ainda há o Porto Digital e o C.E.S.A.R, que funcionam como verdadeiros celeiros de inovação. Empreendedores e inovadores criativos conhecem bem este cenário, que a Exame apresenta em detalhes na reportagem do link acima. É uma boa leitura, mas a gente coloca um ponto de interrogação no título, afinal, a comparação com o Vale do Silício é um tanto exagerada, como já discutimos e mostramos aqui.

 

Os melhores ecossistemas de startups do mundo
Ainda sobre epicentros de inovação e novos negócios, a empresa de pesquisa Compass divulgou um publicou um estudo aprofundado dos maiores e melhores ecossistemas de startups do mundo. O último levantamento era de 2012. Para montar o ranking, eles levam em conta critérios que vão desde o impacto dos negócios até o volume dos investimentos envolvidos. São Paulo subiu uma posição e aparece em 12º lugar entre as melhores cidades do mundo. Veja mais no link acima.

 

O lado social da revolução tecnológica
O Estadão conversou com Casey Gerald, empreendedor que decidiu incentivar o novos negócios — especialmente os ligados a causas sociais — fora dos grandes polos tecnológicos dos Estados Unidos. Ele largou o MBA em Harvard, uniu-se a três amigos e viajou pelo país procurando ajudar negócios realmente comprometidos em causar impacto no mundo. A história pessoal dele, garoto pobre do Texas que se tornou um dos grandes nomes do empreendedorismo norte-americano, é inspiradora. Confira mais no link acima.

 

Curso de programação para crianças
O pessoal do Olabi, no Rio de Janeiro, fará um curso de programação para crianças entre 8 e 15 anos. A ideia é dialogar com o espírito curioso e investigativo dos pequenos, que já nasceram em uma época digitalizada. Eles ensinarão os princípios dos conceitos de programação de forma lúdica, ajudando a construir jogos e softwares. Veja mais acima.

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