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Quando pequena, Ariane Ferreira sentia uma culpa enorme se um passarinho morria em seu quintal. Ela conta como virou bióloga, fala dos desafios que superou em sua travessia e do trabalho para repovoar a Caatinga com aves em risco de extinção.
O blockchain a favor da Amazônia: com sede em Manaus, a ForestiFi converte frações de produtos da bioeconomia local (como açaí ou pirarucu) em ativos digitais oferecidos a investidores, gerando renda e fortalecendo a preservação da floresta.
Parece café, mas é açaí: saiba como duas empreendedoras baseadas em Belém aproveitam os caroços do fruto amazônico para agregar valor à cadeia produtiva, fortalecer a economia circular e contribuir para a preservação da biodiversidade.
O Cerrado é a savana mais biodiversa do mundo, mas sua importância muitas vezes passa despercebida. Fundador do Instituto Cerrados, Yuri Salmona fala sobre o potencial desse bioma e a falta de coragem política para protegê-lo do desmatamento.
Juliana Camargo acolhia animais por conta própria, mas entendeu a necessidade de profissionalizar esse cuidado. Assim nasceu o Instituto Ampara Animal, que viabiliza o manejo ético de cães e gatos e projetos de proteção à fauna nativa.
A Soul Brasil, de Letícia e Peter Feddersen, produz conservas e condimentos com ingredientes de comunidades indígenas e pequenos agricultores da Amazônia. E agora quer levar nossos sabores para fora (driblando o tarifaço de Donald Trump).
Membro do grupo “Guardiões Planetários”, o climatologista Carlos Nobre fala sobre a degradação dos biomas brasileiros e dois de seus projetos: o Amazônia 4.0, de laboratórios flutuantes; e o AmIT, que pretende ser um “MIT da Floresta”.
As faculdades continuam formando profissionais sem um olhar crítico para os problemas sistêmicos do planeta. A EcoUniversidade quer mudar esse jogo estimulando a colaboração e conectando empresas e comunidades tradicionais.
Até 2050, a bioeconomia pode ajudar a movimentar até 30 trilhões de dólares por ano. No novo episódio do Drafters, conversamos com Paulo Monteiro dos Reis, presidente da Associação dos Negócios de Sócio-Bioeconomia da Amazônia. Confira!
No doutorado, o oceanógrafo Bruno Libardoni se viu questionando a falta de alcance das pesquisas acadêmicas. Ele empreendeu então a Infinito Mare, que monitora a poluição aquática enquanto oferece uma solução de marketing ESG para empresas.
