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Fundador da Labora e do Movimento LaBoo, Sérgio Serapião defende uma nova lente para a longevidade baseada no protagonismo — uma mudança que passa pelo combate ao etarismo e pelo redesenho de carreiras, finanças, moradia e saúde.
Quando muita gente pensaria em se aposentar, a engenheira Deise Coelho decidiu empreender. Aos 64 anos, ela está à frente da Almerindas, startup com a missão de dar visibilidade aos problemas de saneamento em comunidades periféricas.
A jornalista Lilian Liang sonhava em ser correspondente de guerra, mas acabou abraçando outra missão, conscientizar a sociedade sobre o bom envelhecimento. Hoje ela se dedica ao Repórter 60+, um curso de formação com foco no público maduro.
Quando tinha 34 anos, Alex Mello quase morreu por conta de uma bactéria no cérebro. Hoje, aos 64, ele vivencia a longevidade saudável e incorpora o estado de fluxo como um trunfo no trabalho à frente de sua revista dedicada ao kitesurf.
Daline Hällbom acompanhou de perto o lento declínio de sua avó. Anos depois, morando na Suécia, viu que as pessoas 70+ desfrutavam a vida de forma plena. Ela decidiu então empreender para difundir no Brasil a ideia da longevidade saudável.
Trocar de carreira é quase sempre um processo sofrido. Rodrigo Pastore conta como deu uma guinada e abandonou a advocacia para ajudar o pai a alavancar sua empresa de turismo, que organiza viagens voltadas ao público sênior.
A renda do público 60+ no Brasil ultrapassou R$ 1 trilhão em 2024. Pioneiro da economia prateada, Martin Henkel, fundador da SeniorLab, explica como as marcas podem aproveitar o potencial subestimado desse mercado.
O público maduro está sedento por consumo e diversão (mas a maioria das marcas ainda não entendeu…). Em Porto Alegre, Patrícia Parenza e Diego de Godoy tocam a Gudinaite, festa para pessoas 50+ que bomba no RS e já chegou a outros estados.
Quantos anos de trabalho você ainda tem pela frente? Entenda por que a métrica para se determinar a fatia economicamente ativa da população está defasada – e por que deveríamos inverter já o nosso conceito de longevidade.
Edgard Xavier Jr. viu o câncer e o envelhecimento ameaçarem a autonomia e o bem-estar de seu pai. Ele deixou então a carreira em TI e criou uma startup para melhorar a vida de pessoas idosas e/ou com restrições de movimento.
