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Marysol Barreto conta como é possível fazer trabalho voluntário sem ser assistencialista, apenas criando condições de emancipação para quem é atendido — e que é preciso repetir isso quantas vezes for.
Aos 20 e poucos anos, Letícia Mello se culpava por não saber qual era, afinal, o seu "propósito" na vida. Até que partiu para uma viagem de trabalho voluntário e, ali, tudo começou a fazer sentido.
Em vez de olhar para longe e reclamar, que tal olhar para perto e mudar aquilo que está ao nosso alcance? Menos palavras de ordem e mais ação. Menos discussões inócuas nas redes sociais e mais gestos concretos
