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Filha de nordestinos que recomeçaram a vida em São Paulo, Elis Tolosa conta sua trajetória, da busca pela estabilidade no mundo corporativo à descoberta do propósito no impacto social e ao empreendedorismo na área da saúde.
Enquanto trilhava uma carreira corporativa, Ana Flávia de Sá sentia falta de algo que não sabia nomear. Um dia, ao ver um anúncio impresso no jornal, ela decidiu pedir demissão e desbravar um novo caminho profissional no terceiro setor.
O tempo é a moeda mais valiosa do mundo. Brunna Farizel conta como tomou consciência desse fato ao empreender para conciliar a maternidade com o trabalho à frente da Splash Bebidas Urbanas, empresa que ela criou com o marido.
Uma das pioneiras desse tema no Brasil, Beatriz Luz ilumina o debate sobre economia circular, fala sobre as organizações que criou e o desafio urgente de impulsionar a transição para um mundo de produção e consumo sustentáveis.
Mariana Orsi cursou arquitetura, mas trocou de carreira ao conciliar seu interesse com o amor pela fotografia. Ela fala sobre essa transição e conta como criou uma comunidade que há dez anos eterniza espaços emblemáticos na paisagem urbana.
O ano passou voando e quem piscou, perdeu. Da empresa que usa impressão 3D para regenerar corais à startup que previne doenças caninas com testes genéticos, uma seleção das melhores histórias de inovação e impacto dos últimos 12 meses.
Natural do interior da Bahia, Eva Mota conta por que se desencantou com o jornalismo e como se reinventou no design de interiores e na marcenaria, criando uma oficina que ensina mulheres a produzir suas próprias peças em madeira.
Reynaldo Gama tinha uma carreira consolidada no setor financeiro quando um telefonema mudou tudo. Ele conta como migrou para a área de educação corporativa e executiva – e o que aprendeu no cargo de CEO da HSM e da Singularity Brazil.
Gabriela Yamaguchi trabalhou por anos no jornalismo até migrar para o Terceiro Setor. Ex-diretora do WWF-Brasil, ela fala sobre a difícil transição de carreira, as estruturas arcaicas que impedem mudanças efetivas e diz o que espera da COP30.
As faculdades continuam formando profissionais sem um olhar crítico para os problemas sistêmicos do planeta. A EcoUniversidade quer mudar esse jogo estimulando a colaboração e conectando empresas e comunidades tradicionais.
