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Marina Miranda trocou a faculdade de publicidade pelo curso de direito, antes de descobrir sua vocação. A advogada conta como a reação a um produto de higiene a levou a fundar a Be Clean, plataforma de análise de ingredientes de cosméticos.
Estabilidade profissional não é garantia de felicidade. Beatriz França decidiu largar o emprego para dar vazão ao seu amor pelos cachorros, se reinventar como adestradora e empreender ao lado da esposa no mercado pet.
Em 2021, Manu Colombo se mudou com a família para Ilhabela, no litoral paulista. Ela conta como essa decisão aprofundou seu entendimento sobre a importância de assumir responsabilidade pelo futuro da comunidade em que escolhemos viver.
A exaustão é o resultado de uma sociedade que supervaloriza a velocidade e a performance. Paty Palhares conta como a rotina febril a levou a desenvolver uma doença autoimune, inventar outra vida para si e fundar a HIT Terapias Holísticas.
Cintya Soares afinou seu talento com um piano comprado com sacrifício pelos pais. Hoje, aplica essa vocação no trabalho como mentora, ensinando professores e donos de escolas de música a enxergarem suas atividades com olhar profissional.
Nem toda transição começa com uma epifania. Geraldo Araujo conta como sua mudança de carreira foi gestada pelo luto, pelo medo e pela coragem de resgatar uma antiga paixão adormecida.
Luis Salvatore cursou direito e atuou em multinacionais, mas o amor pela fotografia falou mais alto. Depois de anos documentando o país, ele criou o Instituto Brasil Solidário, que tenta suprir lacunas do ensino público com jogos educativos.
Quando tinha 34 anos, Alex Mello quase morreu por conta de uma bactéria no cérebro. Hoje, aos 64, ele vivencia a longevidade saudável e incorpora o estado de fluxo como um trunfo no trabalho à frente de sua revista dedicada ao kitesurf.
Como alinhar a rotina de hábitos e a bússola interna que indica o percurso que só você pode seguir? Jornalista de formação, Santosha compartilha os insights que a levaram a criar o método Plasticidade – pivotando a própria vida no caminho.
Daline Hällbom acompanhou de perto o lento declínio de sua avó. Anos depois, morando na Suécia, viu que as pessoas 70+ desfrutavam a vida de forma plena. Ela decidiu então empreender para difundir no Brasil a ideia da longevidade saudável.
