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Uma ideia genial – um cursinho pré-vestibular comunitário – produziu outra: o Instituto Semear

Carol Muniz - 26 nov 2014 O Instituto Semear ajuda 146 jovens de baixa a renda a realizar o sonho da vida acadêmica, em 37 cidades brasileiras. E você pode ajudá-los a elevar esse número para 600.
O Instituto Semear ajuda 146 jovens de baixa a renda a realizar o sonho da vida acadêmica, em 37 cidades brasileiras. E você pode ajudá-los a elevar esse número para 600.
Carol Muniz - 26 nov 2014
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Desde 2011, o Instituo Semear potencializa o talento e amplia as oportunidades de centenas de jovens universitários de baixa renda, com um programa baseado em bolsas de estudo, mentoria e networking.

Tudo começou em 2010, em São José dos Campos (SP), como um projeto piloto. Na época, um dos fundadores do Instituto, Thiago Feijão, presidia um curso pré-vestibular comunitário (gerenciado por alunos do Instituto Tecnológico de Aeronáutica, o ITA) e começou a perceber que bons alunos do cursinho, aprovados em universidades concorridas, acabavam abandonando as aulas por não terem condições financeiras de levar a faculdade adiante.

Ali surgia a ideia de, mais do que ajudar esses jovens carentes a conquistar boas vagas, a também dar condições para que pudessem concluir a graduação. Um empresário da cidade, que colaborava com o curso pré-vestibular comunitário, ficou sabendo do engajamento de Thiago e se dispôs a doar um valor para bolsas. Um ano depois, o projeto contava com mais de 20 bolsistas.

Hoje, além da matriz em São José dos Campos, o Instituto Semear tem três filiais: na capital paulista (inaugurada em 2014), no Rio de Janeiro e em Fortaleza. Funciona da seguinte forma: cada jovem-semente tem um mentor, que oferece suporte acadêmico, pessoal e social durante a vida universitária. No primeiro ano de curso, o aluno recebe um auxílio financeiro para ajudar nas despesas. Regressiva, a bolsa incentiva os jovens a procurarem novas fontes de renda ao longo do curso – estágios, iniciação científica e monitoria acadêmica, por exemplo.

Atualmente, o projeto reúne cerca de 300 voluntários colaboradores e beneficia 146 jovens – distribuídos em 37 cidades brasileiras. Um deles é Mariano Alves da Cunha. Aos 26 anos, o paulista está no último semestre de Economia na Universidade Federal de São Paulo (Unifesp) e, há um ano, é estagiário de Finanças do Instituto Natura. “O Semear foi fundamental para que eu me mantivesse em São Paulo. Não conhecia ninguém quando cheguei na cidade”, diz Mariano, natural de São José dos Campos.

Ele conta que, quando um bolsista é escolhido, assume um compromisso informal de, futuramente, retribuir o suporte que recebeu. “É gratificante saber que vou poder ajudar outros jovens que passam pela mesma situação que vivenciei. O objetivo do Instituto é estar presente em todas as cidades onde houver um aluno que precise de ajuda. É uma meta ambiciosa, mas não mediremos esforços para conquistá-la.” Em um futuro próximo, a ideia é semear 600 alunos por ano e continuar colhendo os bons frutos do projeto.

Esta matéria, e muitas outras conversas de marca da Natura, podem ser encontradas na Sala de Bem-Estar, no Rede Natura. Seja bem-vindo!

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