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Google, Facebook, Netflix. O que essas plataformas têm em comum? Todas são capazes de identificar quais são os interesses de seus usuários e, assim, oferecem uma experiência de uso personalizada. A Geekie é uma premiada e surpreendente startup brasileira, focada em inovação na educação, que traz essa mesma eficiência e uso inteligente da tecnologia e da análise de dados para que seus usuários (alunos de escolas privadas e públicas) aprendam melhor.
Claudio Sassaki, co-fundador da empresa, conversou com o Draft sobre esse conceito: “Com a leitura de dados, é possível trazer o conteúdo de estudo para cada aluno da forma que ele aprende: pode ser um vídeo, um texto, um áudio, uma combinação desses formatos”.
Os algoritmos de personalização desenvolvidos pela startup escalonam o conteúdo sugerido a cada aluno de acordo com o nível de dificuldade de cada um, a carreira desejada, o tempo disponível para estudar e as lacunas de aprendizado.
“Isso é personalização do processo de aprendizado, só que é em larga escala. Pra todo mundo.”
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Estudantes da rede pública desenvolvem jogos online a partir de temas propostos enquanto fortalecem habilidades de leitura, escrita e raciocínio: essa é a ideia da FazGame, edtech fundada por Carla Zeltzer e Heloisa Padilha.
Izadora Barros aprendeu a conectar pessoas em torno de uma marca ao criar o fã-clube do RBD no Orkut. Hoje, à frente da Commu, ela fatura ajudando empresas (como a Unilever) e influenciadores a gerenciar suas comunidades.
Já virou clichê dizer que a nossa atenção e os nossos dados valem ouro. Agora, a SoulPrime, uma rede social brasileira baseada em blockchain, se propõe a pôr os usuários no controle de seus feeds – e pagar por isso. Entenda como funciona.
