A Easymei diminui a burocracia para abrir um registro de MEI e auxilia o usuário na gestão de seu negócio

Dani Rosolen - 22 set 2020
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Nome:
Easymei.

O que faz:
É uma plataforma de auxílio e gestão para microempreendedores individuais (MEI).

Que problema resolve:
A startup diminui a burocracia no processo de abertura do registro de MEI, auxiliando o usuário na criação e gestão do seu negócio, emissão de nota fiscal, geração de recibo, guia do imposto (DAS), controle da parte financeira até o cumprimento das obrigações, como relatório mensal e declaração anual, bem como o controle financeiro necessário dentro de uma empresa.

O que a torna especial:
De acordo com os sócios, a Easymei oferece um aplicativo completo para o microempreendedores, junto com conteúdo educativo e assessoria. Além disso, a startup está isentando a taxa mensal do app nos seis primeiros meses de uso por conta da pandemia.

Modelo de negócio:
Após os seis meses gratuitos, a startup cobra uma taxa de 5 reais mensais para o uso do app.

Fundação:
Maio de 2020.

Sócios:
Alexandre de Carvalho — Cofundador
Ricardo Ferreira — Cofundador

Fundadores:

Alexandre de Carvalho — 42 anos, São Paulo (SP) — é formado em Contabilidade pela Universidade São Judas Tadeu, com MBA em Gestão Tributária pela Fundação Instituto de Pesquisas Contábeis, Atuariais e Financeiras. Fundou a Infocount.

Ricardo Ferreira — 61 anos, São Paulo (SP) — é fundador da Poly It Solutions.

Como surgiu:
A ideia surgiu em 2017 com o objetivo de ajudar as pessoas a saírem da informalidade com a ajuda de um aplicativo para auxiliar na gestão de suas empresa. “O desemprego no Brasil, a tendência na migração do trabalho registrado para o empresariado e o crescimento constante no registro de novas empresas como MEI, nos levaram a criar o aplicativo Easymei”, afirmam os sócios.

Estágio atual:
A startup tem sede em São Paulo e o atendimento funciona por chat e email.

Aceleração:
A Easymei está aberta a processos de aceleração.

Investimento recebido:
Aporte pessoal dos próprios cofundadores.

Necessidade de investimento:
Os cofundadores não buscam investimento agora.

Mercado e concorrentes:
“O setor de microempreendedores individuais têm crescido no Brasil. Hoje já são mais de 10 milhões de MEIs registrados. As pessoas têm visto o registro como uma oportunidade de formalização do seu negócio”, afirma Alexandre. Ele cita como concorrentes as plataformas MEI Fácil, SmartMEI e DicasMEI.

Maiores desafios:
“Até agora, os principais desafios foram a criação e desenvolvimento do produto e também a fase de construção do time de trabalho”, conta Ricardo.

Faturamento:
Ainda não fatura.

Previsão de break-even:
Segundo semestre de 2021.

Visão de futuro:
“Queremos ser a maior plataforma de serviços para o microempreendedor individual no Brasil”, afirmm os sócios.

Onde encontrar:
Site
Contato

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