A FullFreela conecta profissionais de computação gráfica freelancers a empresas contratantes

Dani Rosolen - 8 out 2020
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Nome:
Fullfreela.

O que faz:
É um marketplace que conecta artistas 2D e 3D a empresas e escritórios de arquitetura com demandas por seus serviços.

Que problema resolve:
Busca resolver a falta de mão de obra especializada no setor de computação gráfica.

O que a torna especial:
De acordo com o fundador, a plataforma oferece seis diferentes serviços aos usuários: modelo 3D de móveis, modelagem 3D de arquitetura externa ou interna, render interno ou externo, implantação e planta baixa decorada. E pretende focar também no mercado de computação gráfica que contempla games, efeitos especiais (SFX), Animação, Realidade Virtual e Aumentada.

Modelo de negócio:
A startup lucra gerenciando os serviços diretamente para o cliente final ou fica com 25% do valor dos serviços realizados pelos freelancers.

Fundação:
Agosto  de 2020.

Sócio:
Leonardo Bartz — CEO e fundador

Fundador:

Leonardo Bartz — 41 anos, São Paulo (SP) — tem licença como Engenheiro de Machine Learning pela Udacity. É fundador do Mint Studios.

Como surgiu:
Leonardo conta que a plataforma foi criada para atender uma necessidade de outra empresa do qual é fundador, a Mint Studios. “Precisava de uma maneira rápida e escalável de gerenciar e encontrar freelancers. Depois de criada a plataforma, notei que ela resolvia o problema de muitas outras empresas.”

Estágio atual:
A FullFreela tem três funcionários, já conta com 250 freelancers cadastrados e mais de dez empresas atendidas.

Aceleração:
Não busca.

Investimento recebido:
O fundador investiu cerca de 200 mil reais no negócio.

Necessidade de investimento:
Não busca aportes no momento.

Mercado e concorrentes:
Segundo um estudo realizado pela empresa TMR (Transparency Market Research), o mercado global de computação gráfica deve atingir um valor de mercado de 308,6 bilhões de dólares até o final de 2030. Leonardo diz que na parte de entrega de serviços de modelagens 3D, a concorrente é a Decora, adquirida em 2018 pela Creative Drive por 100 milhões de dólares.

Maiores desafios:
“As empresas estão relutantes em postar jobs pois se trata de algo novo e gera ainda muitas dúvidas. O desafio será desenhar o produto de um jeito que as empresas entendam perfeitamente e não haja dúvidas na hora de postar um trabalho.”

Faturamento:
20 mil reais no primeiro mês de operação.

Previsão de break-even:
Em seis meses.

Visão de futuro:
“Ser o maior marketplace de serviços de design 2D e 3D do mundo. Aplicar ainda inteligência artificial na geração de imagens 3D para e-commerce.”

Onde encontrar:
Site
Contato

 

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