Draft, uma plataforma para a Nova Economia brasileira chamar de sua

Adriano Silva - 29 ago 2014Draft. Lugar para a gente falar de Disruptive Innovation, Maker Culture, Creative Problem Solving, Creative Economy, Ideas Generation, Life Hackers, New Economy, Game Changers, Design Thinking, Business Inventors, Strategic Design, Creative Entrepreneurship e outras mumunhas mais
Draft. Lugar para a gente falar de Disruptive Innovation, Maker Culture, Creative Problem Solving, Creative Economy, Ideas Generation, Life Hackers, New Economy, Game Changers, Design Thinking, Business Inventors, Strategic Design, Creative Entrepreneurship e outras mumunhas mais
Adriano Silva - 29 ago 2014
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Nasce o Draft.

Um projeto editorial dedicado a cobrir a expansão da inovação disruptiva no Brasil.

Uma plataforma de conteúdo, serviços e eventos montada para fazer a crônica da Nova Economia, da Cultura Maker, dos novos empreendedores brasileiros.

O Draft nasce para acompanhar e registrar o impacto do empreendedorismo criativo entre nós, para reverberar as histórias do empreendedorismo social no país, para narrar a efervescência das startups – as aceleradoras, incubadoras e fundos de venture capital se multiplicam entre nós de modo jamais visto.

A missão do Draft é seguir os “game changers”. Estudá-los, compreendê-los, traduzi-los, questioná-los, aprender com eles. Nós faremos a crônica dessa aventura. Geraremos o “who’s who” dessa gente que trabalha com a disrupção em uma mão e com um propósito de vida na outra.

Nosso material de trabalho são os desbravadores, talentos que não vieram ao mundo a passeio. Nossos personagens são os transformadores que têm uma obsessão e que trabalham para uma causa: inventar o futuro. Pessoas que se dedicam a gerar mais e melhores soluções para o planeta e para a sociedade. E que desejam se realizar como profissionais e como seres humanos nesse processo.

Nunca no Brasil tantas boas ideias e tantos empreendedores se lançaram à tarefa de mudar o mundo – começando pela sua própria rua. E de mudar o modo como vivemos – começando pela reinvenção de suas próprias carreiras, do seu jeito de olhar as coisas e de lidar com elas.

Jamais estivemos tão aptos e dispostos a romper com os modelos pré-estabelecidos, com os velhos jeitos (falsamente seguros) de fazer tudo.

E nunca no Brasil houve tanto capital em busca de boas ideias. Nem tantos inovadores com tantas boas ideias prontas para virarem negócios revolucionários, rentáveis, de impacto, sustentáveis – com geração de valor para todos os envolvidos na cadeia de produção e de consumo.

Se antes perguntávamos – “mas isso já deu certo em algum lugar”? – hoje buscamos o novo, aquilo que é original, precisamente as águas nunca antes navegadas.

Se antes nossos melhores talentos eram atraídos para bons empregos em grandes corporações (quando não para a zona de conforto e de acomodação de um concurso com vaga vitalícia), hoje eles são atraídos pela oportunidade de fazer algo grande, relevante, com potencial para mudar tudo em volta para melhor. (Inclusive no setor público.)

As oportunidades que interessam são aquelas que, ao mesmo tempo, tenham significado, façam sentido, falem à essência do realizador e ofereçam a ele ou a ela a certeza de que é exatamente aquilo que ele ou ela deveria estar fazendo com a sua vida nesse momento.

Nossos melhores talentos não buscam mais um emprego de longo prazo numa grande empresa – eles querem se conectar a projetos que durem o tempo justo numa empresa ágil. (Que, em geral, eles mesmos fundam.) Eles não entram num mercado para seguir regras – mas para reinventá-las, testá-las, melhorá-las. Eles não querem ser funcionários. E nem fazem questão de ter funcionários.

Ao contarmos as histórias de gente que hackeia os negócios, tornando-os melhores, e de gente que hackeia a própria vida, tornando-a mais feliz, estaremos inspirando outras pessoas a inventar e a se reinventar também.

O Draft deseja oferecer uma referência editorial e um ponto de encontro para essa comunidade de realizadores e para esse novo ecossistema – que nós enxergamos não como um segmento de mercado ou uma tendência, mas como a própria Nova Economia brasileira.

Estamos interessados nas histórias que deram muito certo – e também naquelas que ainda não deram tão certo assim. Porque ambas ensinam muito.

Ao investigarmos os acertos, os erros, as aprendizagens, as vitórias, os percalços, os desafios, os métodos e as saídas encontradas pelos Makers, estaremos dando visibilidade a cases que hoje têm um alcance desproporcionalmente inferior à importância que têm e ao papel que já desempenham no mercado.

Ao contarmos as histórias de gente que hackeia os negócios, tornando-os melhores, e de gente que hackeia a própria vida, tornando-a mais feliz, estaremos inspirando muita gente a inventar e a se reinventar também, estaremos instrumentalizando novos Makers a inovarem, estaremos aumentando o repertório de soluções e de caminhos possíveis para aquelas pessoas que já decidiram que querem fazer alguma coisa diferente com as suas vidas e com as suas carreiras.

Nós aprendemos com quem faz que para fazer é preciso começar, dar o primeiro passo. Realizar o que for possível – hoje. E depois ampliar, aprender, ajustar, refazer, seguir caminhando – todo dia. É assim que se vai adiante. É assim que se constroi uma obra.

Por isso estamos estreando o Draft hoje.

Nós também aprendemos com os Makers que não é possível empreender sozinho. Que vivemos em rede. Que juntos, conectados, trocando, compartilhando, somos mais fortes, mais inteligentes, mais criativos – e é assim que realizamos mais e melhor.

Por isso estamos estreando o Draft hoje – para dividir e, assim, somar e multiplicar.

A casa é sua.

Seja bem-vindo!

Adriano Silva
Publisher

 

ps.

Eu tenho muito a agradecer.

Ao Eduardo Vieira e ao Ricardo Cesar, que me acolheram. Acreditaram. E potencializaram.

A Phydia de Athayde, tremenda parceira, entusiasmada, comprometida, editora chefe do Draft.

Ao Pedro Burgos, meu companheiro de Spicy Media e de Gizmodo, nosso repórter especial.

A Mariana Castro, “que lançou um olhar para tudo que está aqui e, como eu, se encantou com esse universo”.

A Lu Sato, Denis Russo, Rafael Kenski e Rodrigo Ratier, que estiveram ao meu lado quando essa ideia nasceu e que contribuíram para a visão que fui carpindo com o tempo.

Ao Maurício Fogaça, Fabrício Moura e Cleiton Barcelos, que aterrissaram nossas ideias num projeto gráfico lindíssimo – e mantem lá em cima nosso padrão visual.

A Giovana Orlandi e Fred Carbonare, que aportaram competências que não tínhamos – com graça e paciência.

A João Paulo Ferreira, Denise Figueiredo, Zeca de Luca, Andrea Eboli, da Natura, que acreditaram e apoiaram nosso trabalho desde o início.

Aos empresários Abel Reis, Rodrigo Carneiro, Marcelo Tripoli e Felipe Matos, e aos executivos Luis Henrique Machino, Fabiana Galetol, Chiara Martini, Rafael Morettini, Maria Julia Azambuja, Renata Deformes e Gabriela Gomes, nos ajudaram a ter certeza de que tínhamos nas mãos algo pelo que valia pena lutar.

A Bárbara Soalheiro, Igor Botelho, Carol Romano, Andrea Fortes, Paulo Bittencourt – os primeiros Makers a conhecerem o projeto e a sorrirem para ele.

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