Linka Invest: primeira plataforma de smart equity crowdfunding do país

Dani Rosolen - 9 jan 2020
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Nome:
Linka Invest.

O que faz:
É uma plataforma de smart equity crowdfunding, conectando startups a investidores.

Que problema resolve:
Resolve o problema das duas pontas: investidores e startups. “A principal barreira apontada pelas startups ao captar investimentos é o acesso aos investidores. A Linka Invest tem facilidade em conectá-los por conta do histórico dos sócios no mercado financeiro e, no caso dos investidores, eles têm a garantia de que as startups lançadas na plataforma passaram por uma seleção criteriosa, incluindo um processo de valuation e análise de negócios”, afirma Rachel Szklo , CEO da empresa.

O que a torna especial:
Segundo os sócios, as plataformas de equity crowdfunding ainda são uma novidade no mercado brasileiro, já que a regulamentação da Comissão de Valores Mobiliário ocorreu em 2017. “A Linka Invest inova por ser a única que une o conceito de smart money (investidores que oferecem conhecimento e experiência de mercado que vão além do dinheiro aportado) ao de equity crowdfunding, se tornando a primeira plataforma Smart Equity Crowdfunding do país.”

Modelo de negócio:
A Linka Invest realiza oferta pública de startups, por meio de contrato de mútuo conversível, de modo que os investidores aportam recursos diretamente na startup e, em contrapartida, assinam um contrato que dá direito a participar da mesma após um período determinado. A plataforma se remunera somente após o encerramento da oferta, no valor equivalente a 10%.

Fundação:
Setembro de 2019.

Sócios:
Rachel Szklo — CEO
Irene Rodrigues Ceglia — Diretora
Sergio Faria Lemos da Fonseca Neto — Sócio

Fundadores:

Rachel Szklo — 38 anos, Rio de Janeiro (RJ) — é formada em Direito pela Estácio de Sá, trabalhou desde o início da carreira no mercado financeiro e de capitais, passando pelo Banco Prosper e Banco Máxima.

Irene Rodrigues Ceglia — 43 anos, Salvador (BA) — é formada em Pedagoga pela Universidade Santa Úrsula e em Hoteleira pela Estácio de Sá.

Sergio Faria Lemos da Fonseca Neto — 47 anos, Rio de Janeiro (RJ) —é formado em Administração de Empresas pela UniCEUB e em Direito pela UNIP. Tem passagem pelo Banco Open SA, Equipe Corretora, Banco Cruzeiro do Sul, DC Corretora e há 20 anos está no Tribunal Regional Federal como Chefe de Gabinete, Chefe de Assessoria na Corregedoria, Diretor de Secretaria e, atualmente, como Diretor de Divisão.

Como surgiu:
Com experiência no mercado financeiro, Rachel notou o aumento de startups no país sem acesso a financiamento, já que não possuem um histórico consolidado de faturamento. De olho neste cenário, ela decidiu se unir aos atuais sócios e criar a Linka Invest, apresentando a proposta de smart equity crowdfunding para investidores de vários níveis, e dando entrada com o pedido da Comissão de Valores Mobiliário para atuar como distribuidoras de valores mobiliários, de acordo com Instrução 588/17.

Estágio atual:
A startup tem escritório localizado no Centro do Rio de Janeiro, conta com oito  funcionários e mil usuários.

Aceleração:
Não teve.

Investimento recebido:
Os sócios investiram R$ 232.500 no negócio.

Necessidade de investimento:
Existe plano de abrir uma oferta pública da Linka Invest no próprio site com intuito de investir em equipe, marketing e infraestrutura. “Pensamos em captar o valor de R$ 1.000.000 nos próximos seis meses”, diz a CEO.

Mercado e concorrentes:
“Entendemos que o mercado é promissor no mundo todo, onde grandes corporações têm investido não só em tecnologia, mas em inovações de forma geral. Além disso, com a taxa de juros baixa, o brasileiro é incentivado ao consumo e a novos investimentos, gerando assim uma economia crescente. Lembrando que esses novos investimentos saem do tradicional mercado de renda fixa migrando para um mercado mais arriscado (renda variável), mas que pode trazer retornos exponenciais”, afirma Rachel. Ela aponta como maiores concorrentes a Eqseed e a Kria.

Maiores desafios:
“Desmistificar o investir em empresas que não estão consolidadas no mercado tradicional, aproximando investidores, em sua grande maioria pessoas físicas, a empresas inovadoras.”

Faturamento:
A primeira oferta realizada pela Linka Invets ocorreu em novembro de 2019, com a CaseMe, e ainda está em andamento. “Como dito anteriormente, a receita da Linka é proveniente da captação de recursos com sucesso, ou seja, a startup ainda não fatura”, fala Rachel.

Previsão de break-even:
Julho de 2020.

Visão de futuro:
“Ser o maior canal de distribuição das startups no Brasil e contribuir para o empreendedorismo no país.”

Onde encontrar:
Site
Contato

 

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