O GO é um aplicativo de transporte multimodal na cidade de São Paulo

Dani Rosolen - 28 jan 2020
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Nome:
GO.

O que faz:
É um aplicativo de aluguel de carros, patinetes e bicicletas elétricas na cidade de São Paulo.

Que problema resolve:
Agiliza a locomoção na capital paulista, já que oferece diferentes modais para os assinantes do serviço. Os carros e bicicletas ficam disponíveis em condomínios, prédios empresariais, postos de abastecimento e estacionamentos, enquanto os patinetes estão em qualquer lugar dentro do território disponível no mapa.

O que a torna especial:
De acordo com os fundadores, é o primeiro serviço de assinatura de mobilidade no Brasil e a startup garante a disponibilidade de pelo menos um veículo ao assinante.

Modelo de negócio:
A assinatura mensal varia de 59,90 a 499 reais por mês, dependendo da quantidade de minutos utilizados.

Fundação:
Outubro de 2019.

Sócios:
Rafael Castro fundador e CEO
Carlo Mantovani cofundador
Francieli Balem cofundadora
Ricardo Scolfaro cofundador
Simiao Fernandes cofundador
Felipe Alves cofundador

Fundadores:

Rafael Castro — 34 anos, Olinda (PE) é formado em Engenharia da Computação na Unibratec, com MBA em Gestão Empresarial no CEDEPE/Laureate International Universities. Trabalhou na Iomo e-Scooters e Softplan.

Carlo Mantovani — 51 anos, Duque de Caxias (RJ) é formado em Engenharia de Produção na Universidade Federal do Rio de Janeiro, com MBA na Fundação Cabral. Trabalhou no Santander.

Francieli Balem — 32 anos, Florianópolis (SC) é formada em Design Industrial na Universidade Oeste de Santa Catarina, com especialização em Gestão de Design e mestre em Inovação, ambas pela Universidade Federal de Santa Catarina. Trabalhou no Softplan e Pro People Car.

Ricardo Scolfaro — 37 anos, São Paulo (SP) é formado em Design Digital no Centro Universitário FIEO, com MBA em Gestão Empresarial, Empreendedorismo e Marketing pela PUCRS. Trabalhou na Inside Mídia.

Simiao Fernandes — 37 anos, São Vicente (SP) é formado em Processos Gerenciais pela Fundação Getúlio Vargas e pós-graduando em Gestão Estratégica de Negócios pela HSM University. Trabalhou na Iomo e-Scooters.

Felipe Alves — 28 anos, São Paulo (SP) é formado em Engenharia da Computação pela UNIFAI. Trabalhou na Altitude e Pro People Car.

Como surgiu:
A ideia surgiu quando Rafael Castro morava na cidade de Cascais, em Portugal, e fundou uma empresa de scooter sharing. A startup se integrou a um serviço multimodal (MobiCascais) que oferecia a utilização de bicicletas, carros, estacionamentos, ônibus, patinetes e trens. Com o sucesso implementado em terras lusitanas, Rafael voltou a São Paulo e decidiu criar um serviço similar fundando a GO junto a outros sócios que já atuaram no segmento. Após 14 meses de desenvolvimento tecnológico, a startup iniciou as operações em São Paulo com um serviço de mobilidade urbana multimodal por meio de uma assinatura mensal.

Estágio atual:
A startup possui escritório nos Jardins. Conta com 600 clientes cadastrados. Atualmente, disponibiliza veículos no trajeto Faria Lima e tem previsão de expansão neste ano para outros bairros.

Aceleração:
Não teve.

Investimento recebido:
Os sócios investiram 1,2 milhão de reais no negócio.

Necessidade de investimento:
Não buscam no momento.

Mercado e concorrentes:
” É sustentável por poluir menos e por ordenar melhor o uso dos recursos naturais e espaços públicos. Como apenas 7% dos trabalhadores usam veículos leves para trabalhar, a oferta de compartilhamento de carros e veículos de micromobilidade é a oportunidade perfeita para GO”, diz Rafael. “Nossos concorrentes diretos são Grow e Turbi. A Grow tem uma oferta focada em bicicletas manuais e patinetes elétricos. A Turbi faz locação de carros por minuto. Nossa oferta é uma junção dos dois serviços com pagamento de um valor fixo e até 40% mais barato se considerado o uso cotidiano, com frequência de pelo menos três por semana. Entretanto, gostamos de vê-los como parceiros, pois se considerarmos a frota total de veículos, nossa e a deles, ainda não atenderia suficientemente a demanda da cidade e do país.”

Maiores desafios:
“Tivemos uma grande dificuldade para conseguir produzir uma tecnologia única, principalmente o hardware, que controlasse diferentes tipos de veículos. Agora que estabilizamos a tecnologia, nosso maior desafio é a logística necessária, como recarga e reposicionamento dos veículos em pontos de maior concentração de assinantes, manutenção e limpeza. Tudo para que a experiência do nosso assinante seja a melhor e mais agradável possível.”

Faturamento:
Não informado.

Previsão de break-even:
Primeiro semestre de 2020.

Visão de futuro:
“Queremos ser a maior empresa de mobilidade e ampliar nossa oferta para as principais capitais do Brasil e da América Latina”, conta Rafael.

Onde encontrar:
Site
Contato

 

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