A LojaAoVivo é uma experiência que une o que há de mais antigo no comércio à interatividade da tecnologia. Depois da Vila Madalena, acaba de inaugurar uma unidade em Higienópolis.
Nenhuma transformação se sustenta sem mudanças no imaginário coletivo. A pesquisadora Nicole Camargo Tietzmann mapeia os caminhos, a partir da convivência multiespécies, das narrativas literárias, cinematográficas e musicais contemporâneas.
O Brasil tem a terceira maior população de animais de estimação do mundo. A jornalista e pesquisadora Letícia Schinestsck relata como diferentes marcas e indústrias vêm respondendo à centralidade dos pets na vida de milhões de pessoas.
Onde traçar a linha entre o aceitável e o absurdo quando se trata de alterar o DNA de animais? O artista e cientista Eduardo Padilha reflete sobre as aplicações e os dilemas da manipulação genética de seres desprovidos de consentimento.
Cada vez mais, os animais são vistos como membros da família, mas o Código Civil brasileiro ainda os considera objetos de patrimônio. Fundadora do Atelier do Futuro, Mariana Nobre explica por que essa e outras contradições começam a ruir.
Em 2021, Manu Colombo se mudou com a família para Ilhabela, no litoral paulista. Ela conta como essa decisão aprofundou seu entendimento sobre a importância de assumir responsabilidade pelo futuro da comunidade em que escolhemos viver.
Cintya Soares afinou seu talento com um piano comprado com sacrifício pelos pais. Hoje, aplica essa vocação no trabalho como mentora, ensinando professores e donos de escolas de música a enxergarem suas atividades com olhar profissional.
Quando tinha 34 anos, Alex Mello quase morreu por conta de uma bactéria no cérebro. Hoje, aos 64, ele vivencia a longevidade saudável e incorpora o estado de fluxo como um trunfo no trabalho à frente de sua revista dedicada ao kitesurf.
A falta de diversidade no mercado audiovisual inquietava (e inquieta) Marcelo Machado. Sua resposta foi empreender a Causar, que forma alunos em bairros periféricos e atua para dar protagonismo a pessoas com deficiência.
Depois de passar um ano em casa cuidando da filha pequena, o designer Xando Franzolim não sabia como retornar ao mercado de trabalho. A saída foi fundar a OIO, que agencia ilustradores na criação de projetos autorais para grandes marcas.