Seleção Draft – Saúde

Kaluan Bernardo - 28 maio 2015
A saúde mundial depende de novas noções de design para evoluir (Imagem: Foglers/Reprodução).
Kaluan Bernardo - 28 maio 2015
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Por que bom design é importante para melhorar a saúde mundial
Melinda Gates escreveu um texto à Vox explicando como um design eficiente é particularmente importante para inovar na área de saúde. Indo de camisinhas a banheiros, ela dá exemplos de como é necessário desenvolver e pensar produtos partindo de premissas humanas, sociais e culturais.

O que faz sentido em uma região pode não fazer em outra. E não adianta tentar impor uma cultura, por mais legal que seja seu produto; mas, se você desenvolver algo realmente inovador, pensando nas diferentes pessoas que podem usá-los, você conseguirá fazer com que populações que sofrem com a AIDS, por exemplo, pensem na camisinha de forma diferente. Ela mesma diz:

“No nível mais básico, design antropocêntrico é sobre ouvir”

 

Itaú lança centro de empreendedorismo
O Banco Itaú e o fundo de investimentos Redpoint e.ventures, lançaram hoje, em São Paulo, o Cubo, um centro de empreendedorismo tecnológico. O empreendimento, com mais de 5 mil m², terá espaço de co-working para abrigar mais de 250 empreendedores de 50 diferentes startups, além de auditório, cafeteria e espaços para cursos.  Veja mais na Infomoney, no link acima.

 

A história da internet brasileira
No próximo dia 31 de maio, a jovem internet brasileira completa 20 anos de idade. Da criação do Comitê Gestor da Internet ao Marco Civil, a rede nacional passou por muita coisa graças ao trabalho de muita gente, que lutou para tudo acontecer. E o Olhar Digital fez uma retrospectiva bem bacana, falando com Demi Getschko, um dos principais nomes por trás dessa trajetória.

 

Estamos menosprezando os problemas da automação?
Normalmente, quando se defende o avanço tecnológico, o argumento é que a automação barateia os produtos, aumenta o consumo, logo gera mais produção e mais empregos. O problema é que toda essa argumentação faz sentido para os trabalhos mecânicos, que foram os que perdemos até agora. No entanto, conforme Internet das Coisas, machine learning, e inteligência artificial avançam, os robôs passam a ameaçar todos os empregos em todas as possíveis cadeias produtivas. Será que, em algum momento, qualquer trabalho possa ser feito sem a presença humana? Considerando que já há robôs escrevendo notícias e até rimas de rap, é uma pergunta a se pensar. Gerald Huff, engenheiro da Tesla, discute mais no Medium

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