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Negócios de escala. Empresas feitas para crescer rapidamente.
Empreendedores que se movem pela geração de riqueza.
A startup goiana aplica engenharia genética, inteligência artificial e softwares de bioinformática para criar novas moléculas que poderão ser patenteadas e licenciadas à indústria farmacêutica. Em um ano, foram oito produtos descobertos, incluindo três quimioterápicos de baixo efeito colateral.
Com inglês afiado e habilidade nos pés, o carioca – e flamenguista – Bruno Pessoa descolou uma bolsa integral numa universidade da Califórnia. Agora ele é o CEO de uma plataforma que conecta atletas de 13 a 23 anos a técnicos e clubes de futebol (e pretende chegar a meio milhão de usuários até o fim de 2020).
Há dois anos, o delivery de refeições ultracongeladas vive um ciclo intenso de crescimento, ampliando o time, as entregas e o faturamento. Nos últimos meses, a empresa acelerou ainda mais o ritmo com um aporte de R$ 90 milhões, o lançamento de uma nova linha de sucos prensados a frio e a expansão para capitais do Nordeste.
A startup fundada pelo desenvolvedor Rafael Pettersen oferece uma plataforma self-service usada por empresas para criar e gerir seus próprios chatbots (já foram 2 mil desde 2018). Agora, ele busca investimentos e projeta sua internacionalização.
A Anvisa acaba de liberar a venda de remédios à base de cannabis em farmácias no país. Na semana passada, o Draft acompanhou, em São Paulo, a primeira edição do evento dedicado a discutir esse mercado, que – conservadorismo à parte – promete estourar nos próximos anos.
Com 4,5 mil m², ambientes "instagramáveis" e experiências de compra com ou sem interação com outros seres humanos, o espaço faz parte da estratégia de uma empresa que faturou R$ 300 milhões em 2018 (e almeja dobrar seu portfólio de produtos até o fim de 2020).
Sem autorização para produzir ou manter estoques no país, as startups do setor se propõem a conectar pacientes e médicos, e facilitar os trâmites de importação – e querem desbravar um mercado com potencial de movimentar quase R$ 5 bilhões ao ano.
A empresa especializada em IoT pivotou e desenvolveu, num piloto com o Hospital Santa Catarina, uma plataforma que integra sistemas de prontuário eletrônico e monitores hospitalares – e aposta na tendência ("ainda tímida") da TeleUTI para alavancar o crescimento.
