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O ano passou voando e quem piscou, perdeu. Da empresa que usa impressão 3D para regenerar corais à startup que previne doenças caninas com testes genéticos, uma seleção das melhores histórias de inovação e impacto dos últimos 12 meses.
Do hábito de correr em grupo com as amigas, Gisele Violin e Corina Godoy Cunha deram um passo rumo ao empreendedorismo: elas estão à frente da Pink Cheeks, marca de autocuidado para mulheres que praticam esporte ao ar livre.
O mercado ainda não estava pronto quando a Positiv.a surgiu, em 2016, oferecendo um kit de limpeza sustentável por assinatura. A empresa reajustou a rota, lançou novos produtos e agora sonha em atingir um em cada cinco lares do país até 2030.
Além do câncer de mama, Carolina Sineme Reginato precisou lidar com uma menopausa precoce (e brutal) que veio a reboque. Ela conta como isso a levou a fundar a Kunda Care, marca de sprays, sabonetes e suplementos para mulheres no climatério.
A cannabis medicinal ainda é cercada de tabus. No novo episódio do Drafters, Ana Júlia Kiss, fundadora e CEO da Humora, fala sobre a missão de expandir seu uso e oferecer soluções para problemas cotidianos, como ansiedade, insônia e TPM.
Na faculdade, Cynthia Nara criou um creme para prevenir lesões em pacientes acamados. Mal sabia ela que aquele seria o primeiro protótipo da Pele Rara, uma startup de cosméticos indicados para os mais diversos tipos e problemas de pele.
Deixar de tomar os remédios prescritos pelo médico prejudica a saúde dos pacientes e as vendas da indústria farmacêutica. A Healward quer solucionar essas dores com um app que oferece cashback incentivando a adesão ao tratamento.
Na infância, Marina Amaral teve de mudar a alimentação e se exercitar para lidar com o ganho de peso devido ao hipotireoidismo. Adulta, ela deu uma guinada na carreira e desenvolveu o Lia, uma plataforma para fortalecer o bem-estar feminino.
A menopausa precoce é uma experiência muito solitária. Renata de Paula conta como encarou esse processo (ao mesmo tempo em que tratava um câncer) e fala sobre o projeto que criou para derrubar tabus e apoiar outras mulheres na mesma situação.
Zélia Peters e a filha, Luana Lumertz, nunca tinham falado entre si sobre sexo. Depois que a mãe superou um relacionamento abusivo e comprou seu primeiro vibrador, as duas decidiram empreender a Egalité Sex Shop, com foco no prazer feminino.
