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Em Berlim para correr uma maratona, o advogado Danniel Rodrigues e o marido se surpreenderam com a oferta de cervejas sem álcool. De volta ao Brasil, fundaram a LUCI, que produz rótulos com ingredientes como jabuticaba, limão-cravo, pacová e café.
A experiência de Renata Mesquita como triatleta revelou uma lacuna no mercado de moda esportiva. Foi assim que ela resolveu fundar a Vimm, marca que se propõe a combinar conforto e estética para quem corre dos 5 aos 42 km.
Do hábito de correr em grupo com as amigas, Gisele Violin e Corina Godoy Cunha deram um passo rumo ao empreendedorismo: elas estão à frente da Pink Cheeks, marca de autocuidado para mulheres que praticam esporte ao ar livre.
O mercado de cervejas zero vem bombando no país, mas ainda é dominado por poucas marcas. Publicitário e apaixonado por corrida, Eduardo Andrade resolveu entrar nessa briga e criou a Etapp, uma cerveja sem álcool para atletas amadores.
Gabriel Ferreira cresceu sem privilégios e tentou ser jogador de futebol, mas levou um golpe de um falso empresário que pôs fim ao seu sonho. Ele conta como reescreveu a sua história criando uma marca de creatina com foco no público feminino.
André Vieira era gerente no ramo de telecomunicações e levava a fotografia como um hobby. Até que, em busca de flexibilidade e uma renda extra, começou a clicar treinos de corrida – e acabou criando uma agência que fatura R$ 1 milhão por ano.
Cansados das opções sem graça do mercado de roupas esportivas, eles resolveram fundar a sua própria marca. A BAD RUNNING privilegia o estilo acima da performance e cria peças versáteis que podem ser usadas em vários momentos do dia.
A influência dos pais fez Ígor de Faria crescer cultivando o gosto por viagens e aventuras. Ele conta como deixou um emprego estável para rodar o continente americano de carona (e recolher histórias pelo caminho).
Angústias e dilemas da paternidade. Autoconhecimento por meio de uma transição capilar. Leia a nossa retrospectiva Lifehackers, com os relatos potentes de pessoas que tiveram a coragem de trazer disrupção para suas vidas.
Atleta amador, Hugo Farias conta como e por que largou o emprego e um bom salário para encarar o desafio de correr 15 443 quilômetros ao longo de 366 dias.
