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Depois de passar um ano em casa cuidando da filha pequena, o designer Xando Franzolim não sabia como retornar ao mercado de trabalho. A saída foi fundar a OIO, que agencia ilustradores na criação de projetos autorais para grandes marcas.
Formada em contabilidade, Kayka Couto vivia uma crise profissional quando buscou um curso de costura. Foi assim que destravou sua criatividade e fundou a Kuhra, marca de moda upcycling que produz acessórios com materiais inusitados.
Claudia Issa só foi se reconhecer como portadora do Transtorno de Déficit de Atenção e Hiperatividade já na idade adulta. Ela conta como transformou sua inquietação constante em um ativo e hoje divide seu tempo entre a cerâmica e a pintura.
A cada seis brasileiros, um já pensou em se matar. Neste Setembro Amarelo, João Lovise, head de criação da F/Malta, fala sobre a campanha #UmEmCadaSeis, que engaja artistas e celebridades pela causa da prevenção ao suicídio.
Reynaldo Gama tinha uma carreira consolidada no setor financeiro quando um telefonema mudou tudo. Ele conta como migrou para a área de educação corporativa e executiva – e o que aprendeu no cargo de CEO da HSM e da Singularity Brazil.
Ele é biólogo. Ela trabalhou com marketing e tecnologia. Anderson Santos e Cris Muniz Araújo hoje tocam a Simbiótica, que engaja equipes e estimula a inovação nas empresas criando experiências como banhos de floresta e ativações sensoriais.
A criatividade brasileira acaba de ser celebrada no festival Cannes Lions. Fundador da Mutato, da qual se desligou, Eduardo Camargo fala sobre relevância, tecnologia, modelos de negócios e outros dilemas do mercado de marketing e publicidade.
Daniel Lameira vinha de um burnout pensando em largar o mercado editorial. Até que um papo com Adriano Fromer levou os dois a fundarem a Seiva, uma escola e editora para inspirar pessoas a se reconectarem com elas mesmas pela via da arte.
Por despertar emoções tão facilmente, a música é uma ferramenta poderosa na hora de vender uma ideia ou produto. Saiba como a Cabaret Studio põe seu talento a serviço de peças publicitárias veiculadas por grandes marcas.
Alê Tcholla começou a trabalhar aos 16, no departamento financeiro da TV Globo, mas sabia que seu sonho era outro. Foi desbravando novos caminhos até fundar a blood, agência que cria experiências de marca em eventos presenciais e online.
