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Há quatro anos, a Mahta estreou com um shake à base de cacau, açaí, cupuaçu e outros ingredientes. De lá para cá, encorpou o portfólio com leite de castanha em pó, café funcional e barrinhas proteicas — e agora quer testar o mercado francês.
Castanha-do-Pará, cupuaçu, jambu, tacacá. Os sabores que atiçam o paladar e a curiosidade dos visitantes da COP30, em Belém, recheiam os biscoitos da Amazônia no Pote, marca de guloseimas fundada pela amapaense Juliana Montoril.
Neste ano, Belém recebe a Conferência da ONU sobre as Mudanças Climáticas. A 15 minutos dali, dona Nena, da chocolateria Filha do Combu, briga para alavancar seu negócio diante da precariedade de serviços e dos impactos do aquecimento global.
Aos 16, Fernanda Stefani ficou impactada por uma reportagem sobre biopirataria. Hoje, ela lidera a 100% Amazonia, que transforma ativos produzidos por comunidades tradicionais em matéria-prima para as indústrias alimentícia e de cosméticos.
O mundo inteiro ainda vai conhecer o tucupi: o ingrediente é a estrela do portfólio da Manioca, empresa de alimentos amazônicos que compra matéria-prima de pequenos produtores, promovendo o desenvolvimento sustentável da região.
