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O lucro que destrói aquilo que o sustenta é uma forma perigosa de miopia. Co-CEO do Sistema B, Rodrigo Gaspar explica por que, avanços à parte, a ideia de sustentabilidade já não basta para nortear os negócios do futuro.
O mundo precisa urgentemente de justiça social e climática, mas muitas empresas ainda fingem não ter nada a ver com isso. Rodrigo Santini, diretor do Sistema B, fala sobre o papel das corporações em um planeta cada vez mais quente e desigual.
Para a diretora executiva, Francine Lemos, “as empresas precisam olhar para demandas reais da sociedade para conseguir entregar causas relevantes”. Clima, diz ela, é uma obrigação, mas o social é ‘a’ questão do país.
