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Claudia Issa só foi se reconhecer como portadora do Transtorno de Déficit de Atenção e Hiperatividade já na idade adulta. Ela conta como transformou sua inquietação constante em um ativo e hoje divide seu tempo entre a cerâmica e a pintura.
Sobrinha de profissionais da saúde, Ana Beatriz Araújo viu como a pandemia afetou quem estava na linha de frente. Ela então fundou, aos 17 anos, o Juventude pelo SUS, movimento para ampliar as vozes de quem vive a saúde pública no dia a dia.
Criada em um ambiente muito precário, Cíntia Santana aprendeu a capacidade de sonhar ao se tornar atriz. Ela conta como fundou o instituto Entre o Céu e a Favela para ensinar teatro e despertar a autoestima a crianças do Morro da Providência, no Rio.
Juliana Camargo acolhia animais por conta própria, mas entendeu a necessidade de profissionalizar esse cuidado. Assim nasceu o Instituto Ampara Animal, que viabiliza o manejo ético de cães e gatos e projetos de proteção à fauna nativa.
Na pandemia, o engenheiro Raphael Koyama deixou a carreira e o sonho de empreender com impacto social para ajudar a salvar o restaurante dos pais. Ele conta como pivotou o negócio para o delivery – e o que aprendeu sobre trabalhar em família.
Fernando Goldsztein conta como fundou uma organização para financiar ensaios clínicos depois que o filho foi diagnosticado com um tumor no cérebro – e por que é urgente discutir o “vazio” na pesquisa científica do meduloblastoma pediátrico.
Atrás de um plano B, Denise Dietrich fundou a Roupa de Cima, marca de sutiãs sem aro nem bojo que favorecem a forma e o tamanho natural dos seios.
Grávida aos 16, Simone Freire decidiu ter o filho e cursar Jornalismo. Ela compartilha a jornada que a levou a fundar a agência Espiral Interativa e o Movimento Web para Todos, que batalha pela inclusão digital de pessoas invisibilizadas.
Danielle Marques visitou o Vale do Silício graças a uma vaquinha online, mas viu que era a única pessoa negra no grupo. Na volta, fundou o Do Silêncio ao Silício, que leva afroempreendedores de tecnologia para imersões na Califórnia.
Gabriel Ferreira cresceu sem privilégios e tentou ser jogador de futebol, mas levou um golpe de um falso empresário que pôs fim ao seu sonho. Ele conta como reescreveu a sua história criando uma marca de creatina com foco no público feminino.
