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A jornalista Lilian Liang sonhava em ser correspondente de guerra, mas acabou abraçando outra missão, conscientizar a sociedade sobre o bom envelhecimento. Hoje ela se dedica ao Repórter 60+, um curso de formação com foco no público maduro.
Daline Hällbom acompanhou de perto o lento declínio de sua avó. Anos depois, morando na Suécia, viu que as pessoas 70+ desfrutavam a vida de forma plena. Ela decidiu então empreender para difundir no Brasil a ideia da longevidade saudável.
Adaptar-se a uma casa de repouso pode ser bem difícil para algumas pessoas idosas. Como alternativa, a Sanii viabiliza o cuidado domiciliar utilizando inteligência artificial para ajudar familiares a encontrar o profissional mais adequado.
Às vésperas do Dia da Menopausa (18 de outubro), o Drafters conversa com Leila Rodrigues, da Menospausa, sobre as mudanças de perspectiva em torno dessa fase e os desafios que ainda marcam a vida das mulheres e o cuidado com a sua saúde.
A renda do público 60+ no Brasil ultrapassou R$ 1 trilhão em 2024. Pioneiro da economia prateada, Martin Henkel, fundador da SeniorLab, explica como as marcas podem aproveitar o potencial subestimado desse mercado.
O público maduro está sedento por consumo e diversão (mas a maioria das marcas ainda não entendeu…). Em Porto Alegre, Patrícia Parenza e Diego de Godoy tocam a Gudinaite, festa para pessoas 50+ que bomba no RS e já chegou a outros estados.
Manter corpos congelados em câmaras criogênicas é ficção científica? Fernando Azevedo Pinheiro, da Tomorrow Bio, aposta na tecnologia como uma “ambulância para o futuro”, para driblar doenças hoje incuráveis e prolongar a vida humana.
Um dia, com o coração disparado, Juliana Romantini paralisou diante da sala de aula da academia onde trabalhava. Ela decidiu deixar o emprego e hoje ajuda pessoas a alcançarem seus objetivos treinando o corpo e a mente de forma integrada.
Quantos anos de trabalho você ainda tem pela frente? Entenda por que a métrica para se determinar a fatia economicamente ativa da população está defasada – e por que deveríamos inverter já o nosso conceito de longevidade.
Edgard Xavier Jr. viu o câncer e o envelhecimento ameaçarem a autonomia e o bem-estar de seu pai. Ele deixou então a carreira em TI e criou uma startup para melhorar a vida de pessoas idosas e/ou com restrições de movimento.
